Paisagem com barco
Alfredo Volpi (Itália/Brasil, 1896 – 1988)
óleo sobre tela, 30 x 40 cm
Paisagem com barco
Alfredo Volpi (Itália/Brasil, 1896 – 1988)
óleo sobre tela, 30 x 40 cm

Losango, 1946-1947
Henri Matisse (França, 1869 – 1954)
Recortes pintados sobre lápis, arranjados sobre papel pintado,
colado em tela
A casa de leilões Christie’s venderá no dia 12 de novembro, em Nova York, a obra Losango de Henri Matisse, mostrada acima. Trata-se de uma colagem de recortes pintados e colados sobre tela. Christie’s lembra os leitores, no catálogo, que estas colagens, em geral associadas aos últimos anos na carreira do pintor francês, e talvez as mais famosas colagens do século XX, já haviam sido objeto de estudo por Matisse desde 1919, quando trabalhou nos figurinos e montagens de palco do balé de Léonide Massine, Le chant du rossignol. E que Matisse voltou a trabalhar com colagens durante a década de 1930 experimentando com esses recortes, composições para seus quadros. Portanto, quando foi obrigado a reduzir sua produção artística depois de um câncer nos intestinos ser descoberto e tratado, nos anos 40, Matisse já dominava muito bem a técnica das colagens. A ela, ele denominou: pitando com a tesoura.
Margaridas, 1981
Carlos Scliar (Brasil, 1920 — 2001)
vinil e colagem encerado sobre tela colada em chapa de madeira,37 x 26 cm
Portão da antiga fábrica de pólvora Jardim Botânico, 2007
Fernando Gomes (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 16 x 22 cm
A leitora
Marie Laurencin (França, 1883 -1956)
óleo sobre tela, 27 x 22 cm
Goiabas
Daniel Mercedes Terto (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre placa, 20 x 30 cm
Coleção Particular
Figura feminina
Angelo Simeone, (Itália/Brasil, 1899 -1963)
óleo sobre tela colada sobre eucatex, 60 X 48 cm
Sosígenes Costa
Ora, a alegria, este pavão vermelho,
está morando em meu quintal agora.
Vem pousar como um sol em meu joelho
quando é estridente em meu quintal a aurora.
Clarim de lacre, este pavão vermelho
sobrepuja os pavões que estão lá fora.
É uma festa de púrpura. E o assemelho
a uma chama do lábaro da aurora.
É o próprio doge a se mirar no espelho.
E a cor vermelha chega a ser sonora
neste pavão pomposo e de chavelho.
Pavões lilases possuí outrora.
Depois que amei este pavão vermelho,
os meus outros pavões foram-se embora.
Visitando minha avó, 1966
Alexander Laktionov (Rússia, 1910 — 1972)
óleo sobre tela, 141 x 116 cm
Vaso com Rosas, 1919
Tarsila do Amaral (Brasil, 1886 — 1973)
crayon sobre papel, 38 x 27 cm
Reproduzido no Raisonné Tarsila do Amaral, volume II na pág.12
Botões de Ouro, 1968
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
óleo sobre tela, 61 x 61 cm
Um delicioso artigo no jornal britânico The Guardian mostra uma faceta quase esquecida do pintor inglês Lucian Freud. Muitos de nós só se lembram dos retratos, muitas vezes chocantes, que se tornaram a assinatura do artista. No entanto, através das décadas podemos perceber que plantas, quer do jardim, quer flores em jarros, fizeram parte do vocabulário de imagens desenvolvido pelo retratista. Aqui estão alguns exemplos para ilustrar essa faceta do imenso acervo deixado por L. Freud depois da morte em 2011.
Ramo de limoeiro, 1947
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
óleo sobre madeira, 115 x 18cm
Pequena samambaia, 1967
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
óleo sobre tela, 39 x 29 cm
Natureza morta na varanda, 1951
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
óleo sobre chapa de cobre, 15 x 20cm
Ciclamen, 1964
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
óleo sobre tela, 45 x 49 cm
Bananas, 1953
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
óleo sobre tela, 23 x 15cm
Sem nome
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
Pastel, giz e tinta sobre papel, 61 x 43 cm
Freud Museum, Londres
Acácia, 1975
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
óleo sobre tela, 45 x 51 cm
Cardo, 1967
Lucian Freud (GB, 1922–2011)
óleo sobre tela, 27 x 22 cm
O jardim da casa do pintor, 2006
Lucian Freud (GB, 1922 — 2011)
óleo sobre tela, 142 x 117 cm