Em casa: Henrik Nordenberg

2 09 2020

Interior com jovem à janela

Henrik Nordenberg (Suécia, 1857 – 1928)

óleo sobre tela, 80 x 61 cm





Em casa: John White Alexander

30 08 2020

Um momento de descanso, 1885

John White Alexander (EUA, 1856-1915)

óleo sobre tela, 66 x 86 cm





Flores para um sábado perfeito!

29 08 2020

Flores de março, 1998

Wega Nery (Brasil, 1912-2007)

óleo sobre tela, 98 x 68 cm





Meus favoritos: Franz Xaver Simm

27 08 2020

 

 

 

Simm_StickerinBordadeira

Franz Xaver Simm (Áustria, 1853 – 1918)

óleo sobre tela,  94 x 68 cm

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

26 08 2020

Natureza morta com peixes, 1946

Ernani Vasconcellos (Brasil, 1912 – 1988)

óleo sobre tela, 60 x 81 cm





Imagem de leitura — Harry Elsas

24 08 2020

Homem lendo, 1995

Harry Elsas (Alemanha-Brasil, 1925 – 1994)

óleo sobre tela, 80 x 60cm





Balaio, poema de Wilson W. Rodrigues

24 08 2020

Homem com cavalos

Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885 – 1962)

óleo sobre  tela, 32 x 40 cm

 

 
Balaio

 

Wilson W. Rodrigues

 

 

Deixa o meu balaio velho

que guardei como lembrança

do tempo em que no balaio

levava muita esperança…

 

Eu mesmo fiz o balaio,

entrancei-o em sua trança,

cantando as minhas cantigas

que aprendi quando criança.

 

Com o balaio nas costas,

tive tanta ilusão mansa,

pensei até que amaria

a filha do rei de França.

 

Com tanta coisa sonhei!

Tudo se foi sem tardança…

Só meu balaio ficou

com minha desesperança.

 

Em: Bahia Flor: poemas, Wilson W. Rodrigues, Rio de Janeiro, Editora Publicitan: 1949.p. 55.





Em casa: Elena Oleniuc

23 08 2020

Dia de chuva, 2017

Elena Oleniuc (Romênia, 1956)

óleo sobre tela, 40 x 35 cm





O que escrevo, texto de Binnie Kirshenbaum

23 08 2020

Ilustração de David Galchutt (EUA, contemporâneo)

 

 

“O grande estardalhaço sobre mim é que eu escrevo obedecendo rigorosamente, alguns podiam dizer anacronicamente, à forma. Sonetos, vilancetes, caçonetas, sextinas, essas coisas, que não têm nada de novo, para dizer o mínimo.  É que, aderindo à forma, a minha linguagem é a da rua. Com gíria, coloquial e desbocada. Escrevo pornografia e sujeira em terza rima. Meus poemas são muitas vezes áridos, feios e fermentados com um humor negro. Escrevo sobre a experiência individual, na crença de que uma vida reflete todas as vidas. Dizem, aqueles que gostam dessas coisas, que sou um tanto poeta intimista quanto formal. Acho que é verdade, embora muitos episódios que conto não sejam meus necessariamente. Isto acontece com todos os escritores. Eles roubam fatos de nossas vidas e fazem o que querem.”

 

Em: Poesia pura, Binnie Kirshenbaum, Rio de Janeiro, Record: 2002, tradução de Lourdes Menegale, página 20.





Flores para um sábado perfeito!

22 08 2020

Cesto com Flores, 1944

Nazareno Altavilla (Brasil, 1921 – 1989)

óleo sobre tela, 44 x 34 cm