Vaso com rosinha caipira, 2017
Maty Vitart (Marrocos-Brasil, 1955)
látex sobre tela, 97 x 80 cm
São Francisco, 1999
Adelson do Prado (Brasil, 1944)
acrílica sobe tela, 81 x 100 cm
São Francisco é um dos santos mais representados na pintura brasileira. Há outros, mas nenhum é tão popular quanto ele. Não é só um caso de devoção, acredito, há dois fatores adicionais. Como é considerado o protetor dos animais, muitas pessoas daquelas que têm animais de estimação, levam seus cachorrinhos, gatinhos, pássaros e todo tipo de animal para serem benzidos o que o faz muito popular. Também acredito que por causa desses animais, é um tema que agrada ao artista por poder colocar ou um grande número de pombinhos, (bastante comum) ou outros animais à volta do santo. De qualquer maneira, São Francisco foi pintado pela grande maioria dos artistas do país.
São Francisco
Álvaro Borges (Brasil, 1928-1994)
óleo sobre cartão, 50 x 50 cm
São Francisco, 1983
Antônio Maia (Brasil, 1928-2008)
acrílica sobre tela, 57 x 43 cm
São Francisco de Assis, 1973
Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)
óleo sobre madeira, 73 x 54 cm
São Francisco, 1980
Elisabeth Lavoie (Brasil, contemporânea)
acrílica sobre tela
São Francisco
Cícero Dias (Brasil, 1907-2003)
óleo sobre tela, 71 x 59 cm
São Francisco, 1970
Clóvis Graciano (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 79 x 62 cm
São Francisco e os peixes, 1986
Petrônio Bax (Brasil, 1927-2009)
óleo sobre tela, 60 x 50 cm
São Francisco com papagaio, 1970
Sebastião Januário (Brasil 1939)
têmpera sobre tela, 100 x 81 cm
São Francisco com tucano, 2002
Joubert Pantanero (Brasil, 1946)
óleo sobre tela, 60x 70 cm
São Francisco de Assis,1981
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925- 2019)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
São Francisco, 1970
Vicente do Rêgo Monteiro (Brasil,1899-1970)
óleo sobre tela colada em chapa, 61 x 37 cm

São Francisco com pássaros, 1973
José de Dome (Brasil, 1921-1982)
óleo sobre tela, 100 x 50 cm
São Francisco, 1981
Edson Lima (Brasil, 1936)
óleo sobre tela, 54 x 65 cm
A leitura
Angelo Guido Gnocchi (Itália-Brasil, 1893-1969)
óleo sobre tela, 30 x 43 cm
Escrita em números: é impressionante saber os limites autoimpostos por alguns escritores, para o mínimo de palavras produzidas por dia. Aqui vai uma amostra:
Ray Bradbury — escrevia 1.000 palavras por dia desde os 12 anos de idade
Raymond Chandler — não tinha um limite específico, mas sabe-se que escrevia 5.000 palavras por dia
Arthur Conan Doyle, William Golding, Norman Mailer — diziam escrever 3.000 palavras por dia
Ian Fleming escrevia 2.000 palavras/dia, 5 dias por semana, 6 meses, para cada livro de James Bond
Ernest Hemingway — considerava 500 palavras, bom trabalho diário
Stephen King — escrevia 2.000 palavras por dia mas não contava os advérbios
Jack London — escreveu 1.000 palavras por dia, todos os dias de sua vida
Anthony Trollope — escrevia 250 -palavras a cada 15 minutos, marcados no relógio
Thomas Wolfe — não parava até alcançar as 1.200 palavras diárias
EXCEÇÕES
James Joyce considerava duas frases perfeitas, um bom dia de trabalho
Dorothy Parker dizia que não podia escrever cinco palavras sem trocar sete
Os girassóis de van Gogh, década de 1960
Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)
óleo sobre madeira, 100 x 80 cm
Paisagem com casas e montanhas, Rio,1940
Bruno Lechowski (Polônia-Brasil, 1887- 1941)
óleo sobre tela, 38 x 45 cm