Flores para um sábado perfeito!

17 08 2024

Hortênsias

Giuseppe Perissonotto (Itália-Brasil, 1881-1965)

óleo sobre tela,  65 x 50 cm

 

 

 

Flores

Augusto José Marques Júnior (Brasil, 1887-1960)

óleo sobre tela, 100 x 81 cm





Rio de sol, de céu, de mar…

16 08 2024

Igreja de São Jorge no Campo de Sant’Anna,1940

Manuel Faria (Brasil,1895-1980)

óleo sobre tela, 21 x 29 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

14 08 2024

Frutas

Carlos Leão (Brasil, 1906 – 1982)

óleo sobre eucatex, 38 x 46 cm

 

 

Frutas no prato, 1985

Carlos Scliar (Brasil, 1920-2001)

Vinil e colagem encerados sobre tela, 27 x 37 cm





Nossas cidades: Maricá, RJ

13 08 2024

Paisagem  de Maricá

Francesco Mazza (Brasil, 1920 – 2015)

óleo sobre eucatex, 27 X 46 cm





Paisagens brasileiras…

11 08 2024

Camponesas, 2010

Amrita (Brasil, 1961)

óleo sobre madeira, 30 x 30 cm

 

Colheita de Flores

Fernando Castro (Brasil, 1961)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm

 

 

Colheita de Flores, 1987

Mário Mariano (Brasil, 1947)

óleo sobre tela, 100 x 130 cm





Flores para um sábado perfeito!

10 08 2024

Vaso de flores, 1991

Alberto Nicolau (Brasil, 1961)

óleo sobre tela, 100 x 65 cm

 

 

 

Vaso com flores

Mauro Bandeira de Mello (Brasil, 1985)

óleo sobre tela, 50 x 50 cm





Rio de sol, de céu, de mar…

9 08 2024

São Conrado dos anos de 1950

Décio Vieira (Brasil, 1922-1988)

óleo sobre tela, 75 x 100 cm

 





Imagem de leitura: Clodoaldo Martins

8 08 2024

Menino que lê

Clodoaldo Martins (Brasil, 1985)

óleo sobre tela, 70 x 70 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

7 08 2024

Frutas vermelhas, 2006

Ernani Pavaneli (Brasil, 1942)

acrílica sobre tela,  60 x 50 cm

 

 

Fruteira Brasileira, 2005

Francisco Sobral (Brasil, 1955)

óleo sobre eucatex,  33 x 44 cm





Soneto Oco, de Carlos Pena Filho

7 08 2024

Árvores

Aloísio Silveira de Souza (Brasil, 1936)

óleo sobre tela, 80 x 100 cm

 

 

Soneto Oco

 

Carlos Pena Filho

 

Neste papel levanta-se um soneto,

de lembranças antigas sustentado,

pássaro de museu, bicho empalhado,

madeira apodrecida de coreto.

 

De tempo e tempo e tempo alimentado,

sendo em fraco metal, agora é preto.

E talvez seja apenas um soneto

de si mesmo nascido e organizado.

 

Mas ninguém o verá? Ninguém. Nem eu,

pois não sei como foi arquitetado

e nem me lembro quando apareceu.

 

Lembranças são lembranças, mesmo pobres,

olha pois este jogo de exilado

e vê se entre as lembranças te descobres.