Haidê Morani (Brasil, 1941)
óleo sobre tela, 27 x 22 cm
Haidê Morani (Brasil, 1941)
óleo sobre tela, 27 x 22 cm
Mercado de São Paulo com rio Tamanduateí
Aliberto Baroni (Brasil, 1907-1994)
óleo sobre placa, 23 x 35 cm
Domingos Garcia y Vasquez (Espanha/Brasil, 1859-1912)
têmpera sobre papel, 17 x 22 cm
Malisa (Brasil, 1913-1992)
óleo sobre tela, 41 x 33 cm
Linda Valente (Brasil, 1982)
acrílica sobre tela, 200 x 150 cm
Henri Carrièrres (França, 1947, radicado no Brasil desde 1952)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
Baptista Gariglio (Brasil, 1961)
óleo sobre tela, 50 x 65 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre teça
Na ampla sala de visitas de Fatita de Matos, Mana Fatita, como é mais conhecida, na Restinga do Lobito há cinco retratos a óleo, com um metro por 1,5 metro. Em todos eles Fatita de Matos está sentada no mesmo cadeirão de verga, quase em idêntica posição, com um livro no regaço. A primeira tela foi pintada em 1946. Fatita tem vinte anos, ainda é virgem, e está a ler Amor de perdição, de Camilo Castelo Branco. Na segunda tem trinta anos, quatro filhos ilegítimos, e está a ler Amor de perdição. Na terceira tem quarenta anos, veste de preto pela morte do filho mais novo, e está a ler Amor de perdição. Na quarta tela tem cinquenta anos, sete netos, e continua a ler Amor de perdição. Finalmente na quinta tela, tem sessenta anos, 12 netos, três bisnetos, e está a ler Cem anos de solidão, de Gabriel Garcia Márquez. Todas as telas são de sua autoria.
Em: As mulheres do meu pai, de José Eduardo Agualusa, Rio de Janeiro, Língua Geral: 2012, p.71
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Cassiano P. Souza Neto (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm
Praia de São Conrado com a Pedra da Gávea ao fundo, 1938
Armando Vianna (Brasil, 1897-1992)
óleo sobre madeira, 27 x 35 cm








