Conceição de Itanhaém, 1920
Paulo Rossi Osir (Brasil,1890-1959)
aquarela sobre papel, 43 x 48 cm
Conceição de Itanhaém, 1920
Paulo Rossi Osir (Brasil,1890-1959)
aquarela sobre papel, 43 x 48 cm
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Ovelhas pastando
Edgar Walter (Brasil, 1917-1994)
óleo sobre tela, 80 x 100 cm
Vaso de flores
Evilásio Lopes (Brasil, 1917 – 2013)
óleo sobre tela, 65 x 50 cm
Praia de Paquetá, 1940
Marie Nivouliès de Pierreford (França/Brasil, 1879-1968)
óleo sobre tela, 97 x 87 cm
Frutas e garrafa
Mário Zanini (Brasil, 1907- 1971)
óleo sobre tela, 45 x 30 cm
Colheita
Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885 – 1962)
óleo sobre tela, 29 x 38 cm
Paulo Setúbal
Lá vem o dia apontando…
Que afã! Já todos de pé!
Ruidosos, tagarelando,
Vão os colonos em bando
Para os talhões de café.
À luz do sol que amanhece,
Por montes, por barrocais,
Por toda parte esplandece,
Com sua esplêndida messe,
O verde dos cafezais.
Começa o rude trabalho.
Que faina honrada e feliz!
Inda molhados de orvalho,
Flamejam, em cada galho,
Os bagos como rubis.
Trabalham. que ardor de mouro!
Todos derriçam café.
Parece um rubro tesouro,
Que cai numa chuva de ouro,
Dos ramos de cada pé.
Ao meio-dia, aos ardores
Do alto sol canicular,
Os rudes trabalhadores,
Ao longo dos carreadores,
Põem-se todos a cantar.
Pela dormência dos ares,
Sob estes céus cor de anil,
Cantam canções populares,
Que lá, dos seus velhos lares,
Trouxeram para o Brasil.
Aqui, um forte italiano,
Queimado ao sol do equador,
Solta aos ventos, belo e ufano,
Num timbre napolitano,
A sua voz de tenor!
Há uma terna singeleza
Nas trovas que um outro diz;
Um rapagão de Veneza
Tem, no seu canto, a tristeza
Das águas do seu país.
E uma sanguínea espanhola,
De grandes olhos fatais,
Em baixa voz cantarola
Uns quebros de barcarola,
Magoados, sentimentais…
Que cantem! … Essa cantiga
Brotada do coração,
Seja a prece que bendiga
A terra que hoje os abriga,
A pátria que lhes dá pão.
Em: Poesia Brasileira para a Infância, Cassiano Nunes e Mário da Silva Brito, São Paulo, Saraiva: 1967, Coleção Henriqueta, pp. 56-57.
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Paisagem de Cuiabá, 1950
Yarema D’Ostrog Gembatiuk (Áustria/Brasil, 1910-1996)
óleo sobre tela, 38 x 56 cm
São Jorge, 2009
Augusto Herkenhoff (Brasil, 1965)
óleo sobre tela, 80 x 60 cm
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Quintal
Antônio Ferrigno (Itália, 1863-1940)
óleo sobre tela, 27 x 44 cm
Bar Amarelinho
Virgílio Dias (Brasil, 1956)
óleo sobre tela, 70 x 100 cm
