Vaso com flores
Cláudio Arena (Brasil, 1945)
óleo sobre tela, 18 x 24 cm
Vaso com flores
Cláudio Arena (Brasil, 1945)
óleo sobre tela, 18 x 24 cm
Natal
Lucia de Lima (Brasil, contemporânea)
acrílica
“Natal é ver os magos, não reis, que trazem a cultura, a sabedoria, a fascinação do oriente geográfico e do oriente interno de cada um; é ver a riqueza e variedade da terra, a multiplicação compulsória dos pães e dos peixes, a re-unificação da família humana numa assembleia universal, o prazer das futuras viagens, o cérebro eletrônico, a subida aos espaços interestelares; é ver a invisibilidade de Deus, que escapa à televisão.”
Em:Chaves para a festa do Natal, Transístor, Murilo Mendes, Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1980, p.410.
Mexericas, 1998
Florêncio [José Carlos dos Santos] (Brasil, 1947)
óleo sobre tela
Natividade com Reis Magos, 1964
Rosina Becker do Valle (Brasil, 1914 – 2000)
guache sobre papel, 36 x 28 cm
“Natal é ver a festa, a alegria, a visagem do sobrenatural ao alcance de todos, a imediata matéria corporal, máximo emblema, a própria substância de Deus-homem encarnado. É ver a necessidade do enigma para poder um dia decifrá-lo.”
Em: Chaves para a festa do Natal, Transístor, Murilo Mendes, Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1980, p.409.
Paisagem com casa
Alvaro Sega (Brasil, 1917-1991)
óleo sobre tela, 37 x 45 cm
Vaso de flores
Eulália Assunção Vieira Faria (Brasil, 1946)
óleo sobre tela, 50 X 70 cm
Rio de Janeiro, 1983
Cláudio Tozzi (Brasil, 1944)
acrílica sobre tela colada madeira, 70 x 70 cm
Figura feminina
Angelo Simeone, (Itália-Brasil, 1899-1963)
óleo sobre tela colado sobre eucatex, 60 X 48cm
Cora Coralina
Não sei se a vida é curta
ou longa para nós,
mas sei que nada
do que vivemos tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
o colo que acolhe,
o braço que envolve,
a palavra que conforta,
o silêncio que respeita,
a alegria que contagia,
a lágrima que corre,
o olhar que acaricia,
o desejo que sacia,
o amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não
seja nem curta, nem longa demais,
mas que seja intensa, verdadeira,
pura enquanto durar.
Foi esta poesia que abriu, para reflexão, o Encontro de Fim de Ano dos grupos de leitura Papalivros e Ao Pé da Letra, no domingo, dia 8 de dezembro próximo passado. Agradeço ao Professor Sérgio Gonçalves Mendes [PUC-RJ] a sugestão desta abertura.
Natureza morta com milho, s.d.
Rui de Paula (Brasil, 1961)
óleo sobre tela, 120 x 80 cm
Vaso com bico de papagaio, 1930
Domingos Viegas Toledo Piza (Brasil, 1887 — 1945)
óleo sobre tela, 54 x 59 cm