Passeio de domingo: casa de campo, montanha ou costa?

11 06 2023

Paisagem

Pedro Nascimento ( Brasil, 1927-1986)

óleo s tela, 50 X 65 cm

Marinha, 1980

Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)

acrílica sobre tela, 22 X 33 cm

 

 

 

Casa rural

Cláudio  Arena (Brasil, 1945)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm





Em casa: Caitlin Winner

11 06 2023

Três da tarde

Caitlin Winner (EUA, contemporânea)

Glicee, 43 x 29 cm





Minutos de sabedoria: John Steinbeck

10 06 2023

Ilustração de Anthony Zierhut (EUA), 2010

 

 

“As pessoas não fazem viagens, as viagens fazem as pessoas”.

 

John Steinbeck

 

 

John Steinbeck | Biography, Books, Novels, Movies, & Facts ...

John Steinbeck (1902-1968)




Flores para um sábado perfeito!

10 06 2023

Vaso com flores

Newton Mesquita (Brasil, 1948)

acrílica sobre tela, 90 x 70 cm

 

Olimpia Couto | Enciclopédia Itaú Cultural

Da janela a primavera, 1986

Olímpia Couto (Brasil, 1947)

Vinil sobre tela encerado.





Outono: Lord Alfred Tennyson

9 06 2023

Festival de outono, 1915

Willard Leroy Metcalf (EUA, 1858-1925)

óleo sobre tela

 

“Lágrimas, inúteis lágrimas, não sei o que exprimem,

Lágrimas das profundezas de algum divino desalento

brotam no coração, e se acumulam nos olhos,

observando  os radiantes campos do outono,

pensando nos dias que já se foram.“

 

Lord Alfred Tennyson (1809-1892), do poema conhecido como Tears, idle tears

 

Tradução: Ladyce West

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Tears, idle tears, I know not what they mean,
Tears from the depth of some divine despair
Rise in the heart, and gather to the eyes,
In looking on the happy autumn-fields,
And thinking of the days that are no more.

 

Fresh as the first beam glittering on a sail,
That brings our friends up from the underworld,
Sad as the last which reddens over one
That sinks with all we love below the verge;
So sad, so fresh, the days that are no more.

 

Ah, sad and strange as in dark summer dawns
The earliest pipe of half-awakened birds
To dying ears, when unto dying eyes
The casement slowly grows a glimmering square;
So sad, so strange, the days that are no more.

 

Dear as remembered kisses after death,
And sweet as those by hopeless fancy feigned
On lips that are for others; deep as love,
Deep as first love, and wild with all regret;
O Death in Life, the days that are no more!

 

This poem is in the public domain.

 





Morrer, poema de Ivan Junqueira

9 06 2023

Mensageiro do amor, 1885

Marie Spartali Stillman (Inglaterra, 1844 -1923)

aquarela, têmpera, folha ouro sobre papel colado em  madeira, 81 x 66 cm

Museu de Arte de Delaware

 

 

 

Morrer

 

Ivan Junqueira (1934-2014)

 

Pois morrer é apenas isto:

cerrar os olhos vazios

e esquecer o que foi visto;

 

é não supor-se infinito,

mas antes fáustico e ambíguo

jogral entre a história e o mito;

 

é despedir-se em surdina,

sem epitáfio melífluo

ou testamento sovina;

 

é talvez como despir

o que em vida não vestia

e agora é inútil vestir;

 

é nada deixar aqui:

memória, pecúlio, estirpe,

sequer um traço de si;

 

é findar-se como um círio

em cuja luz tudo expira

sem êxtase nem martírio.

 

 

Em: O tempo além do tempo: antologia, Ivan Junqueira, organização e prefácio, Arnaldo Saraiva, Vila Nova de Famalicão, editora Quasi:2007, p.71





Rio de Janeiro: entre mar e montanhas

9 06 2023

Marinha, vista da baía de Guanabara, RJ, 1944

Emiliano  Di Cavalcanti ( Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela, 27 x 35 cm





Imagem de leitura — Daniela Zekina

8 06 2023

Sem título

Daniela Zekina (Bulgária, 1960)





Eu, pintor: Gustavo Rosa

8 06 2023

Retrato do próprio artista no automóvel, 1994

Gustavo Rosa (Brasil,1946 – 2013)

óleo sobre tela, 105 x 128 cm





Imagem de leitura — Carlos Bastos

7 06 2023

Freira lendo jornal, 1971

Carlos Bastos (Brasil,1925-2004)

óleo sobre tela, 60 X 95 cm