Os cafés de Londres

15 09 2023
Gravura de um café em Londres, no século XVIII.

 

 

 

“A conversação na Inglaterra do século XVIII também desfrutou o apoio das novas instituições sociais, como os cafés, as reuniões e os clubes. O primeiro café de Londres abriu suas portas em 1651, e 50 anos mais tarde havia cerca de quinhentos locais semelhantes, onde a leitura dos jornais combinava-se com as discussões ou – se podemos confiar nos relatos do Spectator – com conversações mais dessultórias.

As salas públicas de reuniões difundiam-se nas cidades provincianas inglesas mais ou menos a partir de 1700. Eram, entre outras coisas, ambientes para a conversação educada entre ambos os sexos. As regras de conduta estabelecidas pelo famoso Mestre de Cerimônias Richard Nash, da Casa de Runiões, em Bath, conhecida por ditar novas tendências, incluíam a proibição de blasfêmias.”

 

Em: A Arte da Conversação, Peter Burke, tradução de Álvaro Luiz Hattnher, São Paulo, UNESP:1995, p. 154

 

 

 

 

Richard Nash, conhecido como Beau Nash
(Inglaterra, 1674-1762)




Curso de história da arte…

14 09 2023




Meus favoritos: Georges Lacombe

14 09 2023

Mulheres canoeiras na Bretanha, 1894

Georges Lacombe (França, 1868-1916)

têmpera sobre tela, 46 x 61 cm

Museu de Belas Artes de Houston, Tx

 

 

 

Georges Lacombe é um dos pós-impressionistas menos conhecidos.  Foi aluno de Gauguin e com ele conseguiu liberar as cores utilizando, à maneira do mestre, vermelhos onde ninguém os via, amarelos para reflexos, azul anil fora dos  céus e mares.  Assim como Gauguin sua paleta abraça com entusiasmo cores primárias ou cores fortes.  Alguns de seus contemporâneos, também alunos de Gauguin, formaram um grupo de artistas pós-impressionistas que combinava  expressões visuais e sentimentais através de cores e traços.  Tomaram para si, e Lacombe é um deles, o nome Nabi, palavra hebraica, significando profeta.  Na interpretação do grupo a palavra Nabi demonstrava as preocupações com o espiritual ou místico.

Georges Lacombe foi bastante influenciado pelas xilogravuras japonesas poli-cromadas, muito populares na Europa a partir de meados do século XIX. Aqui, temos a perspectiva ambiental com ponto de vista acima do horizonte; ritmo nos troncos das árvores que se repetem, assim como nas duas bretãs que remam; traçados fortes delimitam as formas e as cores são por elas contidas.  Parece, de verdade, uma gravura japonesa.





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

13 09 2023

Natureza morta, 1994

Irma Koliver (Brasil, 1939)

óleo sobre madeira, 52 x 53cm

 

 

 

 

Pêssegos e uvas

Paulo Tosta (Brasil, 1960)

óleo sobre tela





Começa amanhã!

13 09 2023




Nossas cidades: Tambaú

12 09 2023

Fonte do Tambaú, Paraíba, 1913

Francisco Aurélio de Figueiredo e Melo (Brasil, 1856 -1916)

óleo sobre madeira,  45 x 78 cm





Curiosidade literária

12 09 2023

Mulher lendo à mesa

Toine Corstjens (Holanda, 1920-2015)

técnica mista sobre tela

 

 

 

Henry David Thoreau, autor de Walden, foi praticamente mantido financeiramente, por toda vida, por amigos e em particular por Ralph Waldo Emerson.  Thoreau foi segurança dos filhos e da esposa de Emerson.  Além disso foi um faz-tudo em Concord, Massachusetts, onde era líder de entretenimento para as crianças locais, levando-as a passeios na floresta onde as ensinava sobre plantas, flores e o canto dos pássaros.  Nos dias de maior desespero financeiro, Thoreau voltava a trabalhar na fábrica de lápis de seu pai.





Imagem de leitura: Luigi da Costa

11 09 2023

Uma leitura interessante

Luigi da Costa (Itália)

óleo sobre tela, 26 x 36 cm





Passeio de domingo: casa de campo, montanha ou costa?

10 09 2023

Álamos

João Bernardi, (Brasil, 1953)

aquarela, 21 x 29 cm

 

 

 

 

Paisagem 3

Amadeu Luciano Lorenzato (Brasil, 1900-1995)

óleo sobre cartão, 40 x 35 cm

 

 

 

Árvore e casa, 1980

José Antônio da Silva (Brasil, 1909-1996)

óleo sobre tela, 41 x 27 cm

 





Em casa: Natalia Tejera

10 09 2023

Os olhos da criança, 2011

Natalia Tejera (Argentina-Uruguai, 1972)

óleo sobre tela