Tamara Lempicka: Naturezas mortas

25 09 2023

Natureza morta com tangerinas, 1925

Tamara Lempicka (Polônia, 1898-1980)

óleo sobre tela

 

 

Natureza morta com limões e prato

Tamara Lempicka (Polônia, 1898-1980)

óleo sobre tela

Cesta com uvas

Tamara Lempicka (Polônia,1898-1980)

óleo sobre tela, 20 x 25 cm

 

 

Jarra d’água, limões e toalha sobre cadeira, 1942

Tamara Lempicka (Polônia, 1898-1980)

óleo sobre tela, 51 x 40 cm

 

 

Natureza morta com pimentão, cebola e conserva

Tamara Lempicka (Polônia, 1898-1980)

óleo sobre tela

Fruteira com maçã e uvas, 1952

Tamara Lempicka (Polônia, 1898-1980)

óleo sobre tela, 52 x 62 cm





Passeio de domingo: casa de campo, montanha ou costa?

24 09 2023

Paisagem, 1930

Gastão Formenti (Brasil, 1894-1974)

óleo sobre placa, 27 x 35 cm

 

 

 

Pequena Floresta Amazonas, 1981

Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)

óleo sobre tela, 40 x 50cm

 

 

 

Manhã na Fazenda, 2019

Mauro Ferreira (Brasil, 1958)

óleo sobre tela colada em madeira, 75 X 46 cm





Em casa: Edward Willis Redfield

24 09 2023

Janela virada para o sul, 1941

Edward Willis Redfield (EUA,1869-1965)

óleo sobre tela





Flores para um sábado perfeito!

23 09 2023

Vaso de flores, década de 1960

Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre cartão, 70 x 55 cm

 

 

 

 

 

Vaso de flores, 2007

Enrico Bianco (Itália-Brasil, 1918-2013)

acrílica sobre cartão, 28 x 38 cm





Primavera: Christina Rossetti

22 09 2023

Rosas e jasmins em vaso de Delft, 1881

Auguste Renoir (França,1841-1919)

óleo sobre tela, 81 x 65 cm

Hermitage, São Petersburgo

 

 

 

“O que pesa? a areia da praia e a tristeza.

O que é breve? o hoje e o amanhã.

O que é frágil? flores da primavera e a juventude

O que é profundo? o oceano e a verdade”

 

 

Christina Rossetti (1830-1894)

 

{Tradução: Ladyce West]

 

 

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“What are heavy? sea-sand and sorrow.
What are brief? today and tomorrow.
What are frail? spring blossoms and youth.
What are deep? the ocean and truth.”
― Christina Rossetti




Rio de Janeiro: entre mar e montanhas

22 09 2023

Janela no Catumbi,  c.1950

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

guache sobre papel, 34 x 23 cm.





Curiosidade literária

21 09 2023

Autorretrato com bandagem, 1889

Vincent van Gogh (Holanda, 1863-1890)

óleo sobre tela, 60 x 50 cm

Courtauld Institute of Art, Londres

 

 

 

O escritor americano William Burroughs (1914-1997) amputou a falange de seu dedo mínimo da mão esquerda propositalmente.  Havia se apaixonado por Jack Anderson, homem que conhecera em 1939 e pensou em oferecer esta parte de si mesmo como prova de amor, depois que Anderson acabou com o relacionamento.  Em seguida, Burroughs mandou foto da falange amputada para Arnold Gingrich da revista Esquire para publicação.  Gingrich imediatamente respondeu com uma nota: “Meus cumprimentos pelo início de uma maravilhosa carreira, quando recebo o resto do cadáver?”  [“I greet you at the beginnings of a wonderful career, when do I get the corpse?”]. 

Esse incidente demonstrou para seus pais que a saúde emocional de Burroughs não estava bem. Eles então o internaram em uma instituição mental por meses. Dois anos depois, quando William Burroughs foi convocado para lutar na Segunda Guerra Mundial, seu pai apresentou documentação da automutilação, com o laudo psiquiátrico para as forças armadas que decidiram não o forçar ao serviço militar.  Mais tarde, a amputação serviu de tema para o conto O Dedo, que William Burroughs publicou.

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

20 09 2023

Bananas, laranjas e tomate no prato, 1980.

Carlos Scliar (Brasil, 1920-2001)

vinil encerado sobre tela,  56 x 37 cm

 

 

 

 

Bananas e cordas, 1974

Antônio Henrique Amaral (Brasil, 1935 – 2015)

óleo sobre tela





Forsítia, poesia de Ladyce West

20 09 2023

Forsítia, 2020

Louise Baker  (Canadá, contemporânea)

acrílica sobre tela, 61 x 61 cm

 

 

Forsítia

 

Ladyce West

 

 

A cor da esperança é o amarelo

que chega cedo nas flores da forsítia.

Singelos sinos em rebeldes galhos  —

borboletas pousadas e vistosas —

brotam nas varas despidas do inverno.

Vence o frio, fura a neve e o solo congelado

traz consigo o aviso do destino

lembra sol, renovação e alegria

aponta radiante o porvir

encarna o sinal da primavera

que celebra só, altaneira e modesta.

 

 

 

Em: À meia voz, Ladyce West, Rio de Janeiro, Autografia: 2020, p. 35





Nossas cidades: Petrópolis

19 09 2023

Charretes em Petrópolis, 1997

Sérgio Telles (Brasil, 1936-2022)

óleo sobre tela, 38 x 55 cm