Imagem de leitura: Oluwole Omofemi

18 01 2024

Sem espaço

Oluwole Omofemi (Nigéria, 1988)

óleo e acrílica sobre tela, 122 x 137 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

17 01 2024

Natureza morta com vaso verde, 1980

Adam Hendler (Polônia-Brasil, 1909-1982)

óleo sobre tela

 

 

 

Natureza morta, 2008

Henrique Bonifácio (Brasil, 1954)

acrílica sobre tela, 60 x 80 cm





Nossas cidades: Belo Horizonte

16 01 2024

Faculdade de Direito, BH, 1967

Nazareno Altavilla ,(Brasil, 1921-1989)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm





Curiosidade literária

15 01 2024

Os escritores russos Leon Tolstoi e Ivan Turgenev foram amigos próximos por muito tempo. Até que se afastaram, em grande parte por causa do gênio de Tolstoi, que parecia aquele personagem  Do Contra, da Turma da Monica de Maurício de Sousa.  Turgenev reclamava: “se eu digo que estou com bronquite, ele [Tolstoi] não faz caso, considera se tratar de uma doença imaginária.”  “Se eu gosto da sopa, tenho certeza de que Tolstoi vai detestá-la ou vice-versa.” Isso continuou por algum tempo até que Tolstoi se meteu na vida particular de Turgenev.

Numa reunião na casa de amigos, no meio de uma conversa geral, Tolstoi (que nunca se considerava errado sob qualquer circunstância) criticou a maneira como Turgenev educava sua filha concebida fora de um casamento legal.  Tolstoi afirmou que Turgenev a educava de maneira diferente porque não era filha legítima. Turgenev, enraivecido, quase saiu aos tapas com Tolstoi.  Mesmo depois de terminado o jantar em que estavam, a briga continuou, por anos.

Continuou, no entanto, por cartas e recados escritos e passados de um para outro até que Tolstoi, sempre querendo uma briga, desafiou Turgenev para um duelo, chegando a  encomendar um jogo de pistolas.  Mas, depois de passado algum tempo, decidiram nunca mais se falarem.  “Precisamos agir como se existíssemos em planetas diferentes, Turgenev escreveu.  Assim permaneceram sem se falar como se o outro não existisse, mesmo morando muito próximos. 

Até o momento em que Tolstoi encontrou Deus, ou seja, se tornou religioso.  Na boa tradição religiosa, procurou remendar as amizades que tinha destruído ao longo da vida, para redimir sua alma. A lista era longa. Turgenev aceitou o pedido de desculpas de Tolstoi, mas os dois nunca voltaram a ser amigos de novo.

 





Paisagens brasileiras…

14 01 2024

Cena rural

Nelson Linhares (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 72 x 91 cm

 

 

 

Parque municipal, 2003

Andrea Vasconcellos (Brasil, contemporânea)

acrílica sobre tela, 80 x 120cm

 

 

 

Árvores, 2020

Mário Mendonça (Brasil, 1934)

óleo sobre tela, 90 x 90 cm





Em casa: Andrés Lozano

14 01 2024

Notícias do mundo, 2021

Andrés Lozano (Espanha, 1992,  radicado em Londres)

acrílica e óleo sobre tela,  120 x 120 cm





Flores para um sábado perfeito!

13 01 2024

Flores

Alberto Nicolau (Brasil, 1961)

óleo sobre tela

 

 

 

Vaso com flores

Guita Charifker (Brasil, 1936 – 2017)

serigrafia, 60 x 80 cm





Cuidado, quebra!

12 01 2024

Vaso Mosaico. c. 1925

Nicolo Barovier (Itália, 1895-1947) 

vidro fundido, cortado e refundido

Galeria Glass Past, New York.

 

 

A família Barovier está entrelaçada com a própria história dos vidros da Ilha de Murano na Itália.  Eles estão na produção de vidro de Murano desde 1320, ou seja, desde a Baixa Idade Média.  Originalmente conhecidos como Artisti Barovier, hoje sua produção leva o nome de Barovier & Toso.

Nicolo e seu irmão Ercole ambos trabalhando durante o século XX, foram inovadores nesta nova técnica usada para produzir peças de Murano. Eles primeiro fundem diversos tubos de vidro de cores variadas, arrumando-os em desenhos interessantes. Depois,  eles fatiam o vido em camadas muito finas e reorganizam a montagem para então fundir por uma segunda vez, o vidro com padrão na forma da peça final de sua intenção.

Essa técnica chamada murrina, aplicada neste vaso acima, leva a assinatura de Nicolo.  acredita-se que haja aproximadamente cem obras com esta técnica em existência.





Rio de sol, de céu, de mar…

12 01 2024

Praça XV, estação das barcas, 1984

Celmo Rodrigues (Brasil, 1930-2000)

óleo sobre tela





Mais um agradecimento por 2023

12 01 2024

 

 

Mais um agradecimento pelo ano de 2023. Muitos de meu leitores me mandaram palavras de admiração, incentivo e mimos diversos, mas uma leitora se destacou em 2023. Teresa Queiroz, uma artista, pintora, me comoveu muito, ao me dar de presente uma tela por ela pintada reproduzindo a imagem da capa de meu livro. Eu me emocionei muito com esse generoso presente, que tem tudo a ver com ela e comigo. A mensagem foi clara, ela se emocionou com a poesia, e me mostrou com o que mais lhe toca, como a leitura de meu livro a sensibilizou. Foi uma emoção intensa que senti. Minhas palavras de agradecimento, de todas as maneiras que me expressei, foram poucas, ficando sempre aquém do que realmente senti. Muito obrigada, não parece suficiente. Mesmo assim, obrigada Teresa Queiroz.