Nossas cidades: Ubatuba

25 02 2025

Casarão em Ubatuba, 1941.

Alfredo Oliani (Brasil, 1906-1988)

aquarela sobre papel,  28 x 38 cm





Eu, pintor: José Pancetti

24 02 2025

Autorretrato, 1957

José Pancertti (Brasil, 1902 -1958)

óleo sobre tela, 26 x 21 cm.





Trova do Pierrô

24 02 2025

Pierrot com violão

Adelson do Prado (Brasil, 1944 -2013)

acrílica sobre tela, 38 x 46 cm

 

Triste vida a do Pierrô:
sofrer pela Colombina,
que, nos braços de Arlequim,
ri de sua triste sina!

 

(Paluma Filho)





Flores para um sábado perfeito!

22 02 2025

Helicônias

Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885- 1962)

óleo sobre tela, 72 x 58 cm

 

 

 

Vaso com Helicônias, 1950

Gilberto Trompowsky (Brasil, 1912-1982)

óleo sobre tela, 81 x 65 cm

 





Imagem de leitura: Rupert Bunny

21 02 2025

Hilda, a irmã do pintor, lendo, 1890

Rupert Bunny (Austrália, 1864-1947)

óleo sobre placa, 24 x 15 cm

 





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

20 02 2025

Cais do mercado, Rio de Janeiro,1901

Gustavo Dall’Ara (Itália-Brasil, 1865-1923)

óleo sobre madeira, 47 x 74 cm

Coleção Fadel





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

19 02 2025

Natureza morta

Ado Malagoli (Brasil, 1906-1994)

óleo sobre tela,  65 x 82 cm

 

 

Natureza morta

Rodolfo Amoedo (Brasil, 1857-1941)

óleo sobre tela – 36 x 53 cm

Museu de Arte da Bahia





Nossas cidades: Campinas

18 02 2025

Paisagem de Campinas, c. 1940

Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela, 60 x 80 cm

 





Colecionadores, por José Saramago

17 02 2025

O colecionador

Charles Spencelayh (Inglaterra, 1865-1958)

óleo sobre tela, 25 x 24 cm

 

 

“Pessoas assim, como este Sr. José, em toda a parte as encontramos, ocupam o seu tempo ou o tempo que creem sobejar-lhes da vida a juntar selos, moedas, medalhas, jarrões, bilhetes postais, caixas de fósforos, livros, relógios, camisolas desportivas, autógrafos, pedras, bonecos de barro, latas vazias de refrescos, anjinhos, cactos, programas de óperas, isqueiros, canetas, mochos, caixinhas de música, garrafas, bonsais, pinturas, canecas, cachimbos, obeliscos de cristal, patos de porcelana, brinquedos antigos, máscaras de carnaval, provavelmente fazem-no por algo a que poderíamos chamar angústia metafísica, talvez por não conseguirem suportar a ideia do caos como regedor único do universo, por isso, com as suas fracas forças e sem ajuda divina, vão tentando pôr alguma ordem no mundo, por um pouco de tempo ainda o conseguem, mas só enquanto puderem defender a sua coleção, porque quando chega o dia de ela se dispersar, e sempre chega esse dia, ou seja por morte ou seja por fadiga do colecionador, tudo volta ao princípio, tudo torna a confundir-se.”

 

Em: Todos os nomes, José Saramago

 





Imagem de leitura: Léon Delachaux

17 02 2025

A leitura, 1907

Léon Delachaux (França-EUA, 1850-1919)

óleo sobre tela, 63 x 75 cm

Museu D’Orsay