Flores,1990
Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)
acrílica sobre tela, 80 x 60 cm
Flores,1951
Tadashi Kaminagai (Japão, 1899 – 1982)
óleo sobre tela colada em eucatex, 73 x 60 cm
Flores,1990
Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)
acrílica sobre tela, 80 x 60 cm
Flores,1951
Tadashi Kaminagai (Japão, 1899 – 1982)
óleo sobre tela colada em eucatex, 73 x 60 cm
Natureza Morta
Jorge Maciel (Brasil, 1972)
óleo sobre tela, 80 x 60 cm
Composição com flores e tigela azul, 1993
Yara Tupynambá (Brasil, 1932)
acrílica sobre tela colada em madeira, 70 x 90 cm
Foste embora e por maldade
deixaste a troco de nada,
rastros da tua saudade
em cada curva da estrada!…
(Marilúcia Resende)
Praia com Barcos e Trem em Mangaratiba, 1946
José Pancetti (Brasil, 1902 -1958)
óleo sobre tela, 38 x 46 cm.
Flores
Antônio Hélio Cabral (Brasil, 1948)
óleo sobre tela, 100 x 140 cm
Flores
Délio del Pino (Brasil, 1908-1985)
óleo sobre tela, 80 x 60 cm
Paisagem Serrana do Estado do Rio com Flamboyant Gigante
Otto Bungner ( Brasil, 1890-1965)
óleo sobre tela, 100 X 140 cm
Marinha, 1936
Lucília Fraga (Brasil, 1895 – 1979)
óleo sobre tela, 38 x 55 cm
Paisagem
Benedito Luizi (Brasil, 1933-2010)
óleo sobre tela, 97 x 130 cm
Vaso com flores amarelas, 2006
Ana Cecília Arthuzo (Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela, 40 x 30 cm
Vaso de Flores Amarelas,1988
Antônio Poteiro (Portugal-Brasil, 1925-2010)
óleo stela, 45 x 50 cm
Descanso na rede, 1973
Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)
óleo sobre tela, 64 x 51 cm
Colheita de flores
Cândido Oliveira (Brasil, 1961)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm
Porto, 1990
Hector Barnabó, cognome Carybé (Argentina-Brasil, 1911-1997)
guache sobre cartão, 50 x 35 cm
Figura feminina, 1971
Augusto Rodrigues (Brasil, 1903-1993)
técnica mista sobre papel, 29 x 25 cm
P/ Teresinha
A menina dos meus sonhos
é assim, como um poema:
às vezes leveza clara,
às vezes pureza gema.
Está presente em meus sonhos,
sem saber nada de mim.
às vezes fura meu peito
com esporas de cetim.
A menina dos meus sonhos
me acorda nas madrugadas,
para acender seus caprichos
mantendo a luz apagada.
Mas quando o dia amanhece
a luz invade a retina,
o despertador faz preces
afugentando a menina.
Em: As miudezas da velha, Luís Pimentel, 2ª edição, Rio de Janeiro, Myrrha, 2003, p. 57
Inverno… as horas vazias…
As árvores tristes…nuas…
E as minhas mãos estão frias
sentindo falta das tuas…
(Luiz Otávio)