Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

10 05 2017

 

 

Luis Claudio Morgilli (Brasil, 1955) Natureza Morta, ostNatureza morta

Luís Cláudio Morgilli (Brasil, 1955)

óleo sobre tela





Domingo, um passeio no campo!

7 05 2017

 

 

Hipólito Boaventura Caron (Brasil, 1862–1892)Paisagem com casa em vilarejo,1891, ost,47 x 72 cm, Museu Mariano Procópio, Juiz de Fora, BRPaisagem com casas em vilarejo, 1891

Hipólito Boaventura Caron (Brasil, 1862 -1892)

óleo sobre tela, 47 x 72 cm

Museu Mariano Procópio, Juiz de Fora





Flores para um sábado perfeito!

6 05 2017

 

 

Yara tupinambá, flores roxas, 1989, tela colado em eucatex, 85x65Flores roxas, 1989

Yara Tupinambá (Brasil, 1932)

óleo sobre tela colada em eucatex, 85 x 65 cm

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Trova da chegada do luar

3 05 2017

 

 

noite, Clarence Coles Phillips

Noite, ilustração de Clarence Coles Phillips.

 

 

Ao sentir que a noite nasce,

fecho as cortinas, ligeiro,

pra que o luar não te abrace

sem que eu te abrace primeiro!

 

(Sérgio Bernardo)





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

3 05 2017

 

 

Giancarlo Zorlini - Composição - Óleo sobre Placa medindo 46 x 38 datado de 76 - A.C.I.DComposição, 1976

Giancarlo Zorlini (Brasil, 1931)

óleo sobre placa, 46 x 38 cm

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Domingo, um passeio no campo!

30 04 2017

 

 

edgar walter Ovelhas pastando - óleo sobre telaOvelhas pastando

Edgar Walter (Brasil, 1917-1994)

óleo sobre tela, 80 x 100 cm





Rio de Janeiro, minha cidade natal!

28 04 2017

 

 

Marie Nivoulies de Pierrefort (1879-1968) Praia de Paquetá, c1940, ost, 97x87Praia de Paquetá, 1940

Marie Nivouliès de Pierreford (França/Brasil, 1879-1968)

óleo sobre tela, 97 x 87 cm





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

27 04 2017

 

 

Hilda, Duane BryersHilda, Ilustração de Duane Bryers.

 

 

“De nada adianta o vento estar a favor se não se sabe pra onde virar o leme.”





Trova do assalto

26 04 2017

 

cops-and-robbers

 

 

 

“A bolsa ou a vida” – eu ouço

e retruco as ironias:

— Que leve as duas, seu moço,

pois ambas estão vazias.

(Roberto Medeiros)

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Os colonos, poesia de Paulo Setúbal

25 04 2017

 

 

GEORGINA DE ALBUQUERQUE (1885 - 1962) - Colheita, o.s.e., 29,5 X 38,5 cm,Colheita

Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885 – 1962)

óleo sobre tela, 29 x 38 cm

 

 

Os Colonos

 

Paulo Setúbal

 

Lá vem o dia apontando…

Que afã! Já todos de pé!

Ruidosos, tagarelando,

 

Vão os colonos em bando

Para os talhões de café.

 

À luz do sol que amanhece,

Por montes, por barrocais,

Por toda parte esplandece,

Com sua esplêndida messe,

O verde dos cafezais.

 

Começa o rude trabalho.

Que faina honrada e feliz!

Inda molhados de orvalho,

Flamejam, em cada galho,

Os bagos como rubis.

 

Trabalham.  que ardor de mouro!

Todos derriçam café.

Parece um rubro tesouro,

Que cai numa chuva de ouro,

Dos ramos de cada pé.

 

Ao meio-dia, aos ardores

Do alto sol canicular,

Os rudes trabalhadores,

Ao longo dos carreadores,

Põem-se todos a cantar.

 

Pela dormência dos ares,

Sob estes céus cor de anil,

Cantam canções populares,

Que lá, dos seus velhos lares,

Trouxeram para o Brasil.

 

Aqui, um forte italiano,

Queimado ao sol do equador,

Solta aos ventos, belo e ufano,

Num timbre napolitano,

A sua voz de tenor!

 

Há uma terna singeleza

Nas trovas que um outro diz;

Um rapagão de Veneza

Tem, no seu canto, a tristeza

Das águas do seu país.

 

E uma sanguínea espanhola,

De grandes olhos fatais,

Em baixa voz cantarola

Uns quebros de barcarola,

Magoados, sentimentais…

 

Que cantem! … Essa cantiga

Brotada do coração,

Seja a prece que bendiga

A terra que hoje os abriga,

A pátria que lhes dá pão.

 

Em: Poesia Brasileira para a Infância, Cassiano Nunes e Mário da Silva Brito, São Paulo, Saraiva: 1967, Coleção Henriqueta, pp. 56-57.

 

 

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