Ilustração de Walter M. Baumhofer.
O coração de quem ama
é misterioso e profundo:
Tem o calor de uma chama
e a imensidade de um mundo!
(José Nogueira da Costa)
Ilustração de Walter M. Baumhofer.
O coração de quem ama
é misterioso e profundo:
Tem o calor de uma chama
e a imensidade de um mundo!
(José Nogueira da Costa)
Sorria, ilustração de John Atherton, 1948, capa, Saturday Evening Post.
O sorriso é flor de sebe,
perfume de resedá.
Anima a quem o recebe,
embeleza a quem o dá.
(Nair Starling)
Rosas amarelas
Adolfo Fonzari (Brasil, 1880 – 1959)
óleo sobre tela, 59 x 49 cm

Lagoa Rodrigo de Freitas, ao fundo Morro Dois Irmão e mais adiante a Pedra da Gávea
Paul Verdié (França/Brasil, 1875 -1951)
óleo sobre tela, 65 x 91 cm
Tio Patinhas quer saber quanto vai ganhar, © Estúdios Disney.
Conhecida e ingênua farsa.
Quem fala mal do dinheiro,
regra geral, nem disfarça…
Corre atrás dele primeiro!
(Nair Starling)
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Menase Vaidergorn (Brasil, 1927)
óleo sobre tela, 40 x 60 cm
–
–
P. Carlos e Araújo
–
–
Ginga marota
no passo do samba
aí bateria
segura a cuíca
aperta o pandeiro.
–
Corpos pulando
bamboleando na ponta do pé.
Parada no ar, meia volta,
o couro come.
–
Cabrocha assanhada
que pula pro lado
e pula pra frente
teu corpo balança
no ritmo quente.
O dia inteiro
trabalhou no tanque
mas de noite é rainha
puxa o passo na quadra,
seus pés, tão rápidos,
não se vêem.
Só poeira
mistura de ginga e suor.
O corpo quente
cabelos soltos
braços polidos
sorriso livre
avermelhado
dentadura branca
saia de chita
pompons azuis.
–
Depois, a chuva
pancada forte
vendaval
correrias
coreto vazio
cuíca no chão.
–
Em: O inimigo oculto, P. Carlos de Araújo, Rio de Janeiro, Ed. Gávea: 1988.

Envolto neste mistério,
fico, assim, me perguntando
se brincas, falando sério,
ou falas sério, brincando…
(Roberto Medeiros)
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Caraguatatuba, 1920
Benedito Calixto de Jesus (Brasil, 1853 – 1927)
guache sobre cartão, 40 x 50 cm
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Ilustração de Maud Tousey Fangel, menino e menina, 1921

Mãos falam! … Todos entendem
o seu idioma calado
e até as feras compreendem
a doce fala do agrado.
(Heribaldo Gerbasi)
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