Vaso de flores
Eulália Assunção Vieira Faria (Brasil, 1946)
óleo sobre tela, 50 X 70 cm
Vaso de flores
Eulália Assunção Vieira Faria (Brasil, 1946)
óleo sobre tela, 50 X 70 cm
Rio de Janeiro, 1983
Cláudio Tozzi (Brasil, 1944)
acrílica sobre tela colada madeira, 70 x 70 cm
Figura feminina
Angelo Simeone, (Itália-Brasil, 1899-1963)
óleo sobre tela colado sobre eucatex, 60 X 48cm
Cora Coralina
Não sei se a vida é curta
ou longa para nós,
mas sei que nada
do que vivemos tem sentido,
se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
o colo que acolhe,
o braço que envolve,
a palavra que conforta,
o silêncio que respeita,
a alegria que contagia,
a lágrima que corre,
o olhar que acaricia,
o desejo que sacia,
o amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não
seja nem curta, nem longa demais,
mas que seja intensa, verdadeira,
pura enquanto durar.
Foi esta poesia que abriu, para reflexão, o Encontro de Fim de Ano dos grupos de leitura Papalivros e Ao Pé da Letra, no domingo, dia 8 de dezembro próximo passado. Agradeço ao Professor Sérgio Gonçalves Mendes [PUC-RJ] a sugestão desta abertura.
Natureza morta com milho, s.d.
Rui de Paula (Brasil, 1961)
óleo sobre tela, 120 x 80 cm
Vaso com bico de papagaio, 1930
Domingos Viegas Toledo Piza (Brasil, 1887 — 1945)
óleo sobre tela, 54 x 59 cm
Nascimento de Cristo, 1979
Antônio Poteiro ( Brasil, 1925 – 2010)
óleo sobre tela, 44 x 49 cm
“Natal é ver a festa, ora pacífica, ora sangrenta, do futuro. É ver um menino que nasce; mediador entre a culpa e o perdão, vive na rua dos homens,dialoga com eles, assume a força do pão e do vinho, morre crucificado pelo poder de Roma, o clero e a polícia de Israel, para resumir no seu corpo e espírito o drama existencial de todos nós dilacerados, ressucitando-se e ressucitando-nos para a vida futura que será inteira mudança de valores, metamorfose, fundação de uma nova sociedade não consumidora, de um novo céu e uma nova terra.”
Em: Chaves para a festa do Natal, Transístor, Murilo Mendes, Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1980, p.409.

Que saudades dos folguedos
dos meus Natais mais risonhos…
em que singelos brinquedos
amanheciam meus sonhos!
(João Freire Filho)
Mata do Vale do Rio Doce, 2006
Yara Tupinambá (Brasil, 1932)
acrílica sobre tela, 110 x 100 cm
Natureza Morta, 2006
Cláudio Medeiros (Brasil, contemporâneo)
acrílica sobre tela, 45 x 74 cm
Porto do Rio de Janeiro, Praça XV de Novembro, 1918
Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1923)
óleo sobre tela