Flores para um sábado perfeito!

17 08 2019

 

 

 

Lucilia Fraga (1895-1979) - Natureza morta, Óleo sobre tela A.C.I.D. 72 x 54 cm.Natureza morta

Lucilia Fraga (Brasil, 1895 -1979)

óleo sobre tela, 72 x 54 cm





Rio de Janeiro, à beira da Guanabara!

16 08 2019

 

 

 

Arthur Thimoteo da Costam ,Paisagem com Igreja da Penha,Óleo sobre tela (1915), Coleção ParticularPaisagem com Igreja da Penha, 1915

Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882 – 1922)

óleo sobre tela

Coleção Particular





Eu, pintora: Charley Toorop

15 08 2019

 

 

 

Annie Caroline Pontifex Fernhout-Toorop dite Charley Toorop, autoportrait non daté.Auto-retrato com gola de pele,  1940

Annie Caroline Pontifex Fernhout-Toorop conhecida como  Charley Toorop

(Holanda, 1891 – 1955)





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

14 08 2019

 

 

 

OLYMPUS DIGITAL CAMERANatureza Morta, 1952

Shokichi Takaki (Japão/Brasil, 1916 – 2006)

óleo sobre tela, 55 x 45 cm





Nossas cidades: Belém

13 08 2019

 

 

 

Joao Bosco Campos (Brasil, ...-2012) Mercado Ver-o-Peso, Belém-Pará, Óleo sobre tela, 60 x 100 Mercado Ver-o-Peso, Belém, Pará

João Bosco Campos (Brasil, 1964 – 2012)

óleo sobre tela, 60 x 100 cm





Imagem de leitura — Albert Marquet

12 08 2019

 

 

 

Interior, Hesnes, Norway , 1925, Albert Marquet (França, 1875 - 1947), Oleo sobre telaInterior, Hesnes, Noruega , 1925

Albert Marquet (França, 1875 – 1947)

óleo sobre tela





Domingo, um passeio no campo!

11 08 2019

 

 

OSWALDO TEIXEIRA,Paisagem de Petrópolis;oleo sobre tela. Ass. loc. Petrópolis inf.esq. 61 x 75 cm. Com carimbo do 8º Salão Paulista de Belas Artes 1948Paisagem de Petrópolis, c. 1948

Oswaldo Teixeira (Brasil, 1905 – 1978)

óleo sobre tela,  61 x 75 cm





“Vou morrer” texto de Martin Page

11 08 2019

 

 

 

d'espagnat, georges, mulher lendo no jardimMulher lendo no jardim

Georges D’Espagnat (França, 1870 – 1950)

óleo sobre tela, 64 x 80 cm

 

 

“Vou morrer, pensou Virgile. E repetiu a frase diversas vezes. O fim estava próximo, ele tinha certeza disso. Um calafrio atravessou-lhe o corpo, da cabeça aos pés. Ele tinha medo da morte, não porque ele não estaria mais por aqui — estava acostumado com o sentimento de ausência do mundo — , mas porque morrer significava tornar-se normal. Cadáveres não têm personalidade. Não era o instinto de sobrevivência, que não suportava a morte, mas um seu espírito de contradição.

Rebaixou a luz e sentou-se no sofá. Seus dedos brincavam pelas asperezas, pelas falhas, pelo desgaste do tecido a circunferência de uma queimadura de cigarro. Ávido por sensações e informações apalpou os objetos a seu redor como Hélène Keller lendo um livro em braile. Tinha vivido sete anos naquele apartamento. Tinha-o marcado assim como o pé transfere sua forma para o sapato. Será que se pode dizer a mesma coisa do mundo?  Com nossa morte, será que a matéria do mundo guardará a nossa marca? Será que os átomos conservarão os contornos de nossos pensamentos? Pelo menos,  pensava Virgile,  o apartamento permaneceria, seus amigos continuaram vivos, seus livros e seus discos seriam adotados por outras pessoas.

Para o jantar, não se voltou para a despensa. Entrou no site do Bon Marché e pediu um verdadeiro banquete, com três garrafas de Mouton-Rotschild.  A cesta lhe chegou em meia hora. A qualidade da refeição neutralizou um pouco as suas considerações sombrias. Ouviu seus vinis prediletos.  Artistas do mundo inteiro de todas as épocas se sucediam na sala para um ótimo concerto em sua homenagem.

Com uma taça de vinho na mão caminhou pelo seu apartamento de dois cômodos com desejo de tocar em cada centímetro quadrado, para deixar marcada ali sua impressão digital. Os deltas, os cristais, os arcosm as curvas e os turbilhões da polpa de seus dedos se fossilizariam. Nenhuma faxina, nenhuma demolição seria capaz de apagar as provas de sua existência. Sues traços se manteriam impressos na penumbra do infinitamente reduzido, à espera dos arqueólogos que um dia os descobririam. Tinha lido uma reportagem sobre as louças da Antiguidade, que ao serem moldadas em argila, girando, gravavam à sua revelia, como num disco, as palavras pronunciadas durante o trabalho. Seu apartamento guardava milhões de microsulcos contendo seus monólogos e suas conversas.”

 

Em: Talvez uma história de amor, Martin Page, tradução de Bernardo Ajzenberg, Rio de Janeiro, Editora Rocco: 2009, páginas 18-19.





Flores para um sábado perfeito!

10 08 2019

 

 

 

CARLOS OSWALD, (Brasil,1882-1971)Rosas, Óleo s tela, 75 x 92 cmRosas

Carlos Oswald (Brasil, 1882 – 1971)

óleo sobre tela, 75 x 92 cm





Trova do meu gato

9 08 2019

 

 

 

gato com menina Anne_MortimerIlustração de Anne Mortimer.

 

 

O meu gato é meu amigo…

Em casa, na falta dela,

assiste a T V comigo,

do futebol à novela.

 

(Dari Pereira)