Interior com mulher lendo
Kitty Lange Kielland (Noruega, 1843-1914)
óleo sobre tela
Interior com mulher lendo
Kitty Lange Kielland (Noruega, 1843-1914)
óleo sobre tela
Maternidade, década de 1930
Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885-1962)
óleo sobre tela, 159 x 139 cm
Museu D. João VI, Escola de Belas Artes, UFRJ
Maternidade
Aurélio d’Alincourt (Brasil, 1919-1990)
óleo sobre tela, 66 x 81 cm
A mãe, 1975
Ernesto Quissak Júnior (Brasil, 1935-2001)
óleo sobre tela, 80 x 60 cm
Mãe e filho
Reynaldo da Fonseca (Brasil, 1925)
óleo sobre tela, 70 x 50 cm
Maternidade
Pedro Bruno (Brasil, 1888-1949)
óleo sobre madeira

Maternidade Kayamurá
Élon Brasil (Brasil, 1957)
Técnica mista sobre tela
Mãe, 1969
Carlos Scliar (Brasil, 1920 – 2001)
Serigrafia sobre vinil, 37 x 56 cm
Cena de aleitamento, c. 1930
Guttmann Bicho (Brasil, 1888-1955)
óleo sobre tela (marouflage)
CAPS, Ernesto Nazareth, Ilha do Governador, RJ
Mãe e filha, 1897
Félix Bernardelli (Brasil, 1866-1908)
óleo sobre tela, 36 x 28 cm
Maternidade
Maria Alcina (Brasil, 1944)
óleo sobre tela, 60 x 50 cm
Maternidade
Enrique A Ravena (Chile/Brasil, 1948)
óleo sobre tela, 80 x 60 cm
Maternidade, década de 1960
Vicente do Rego Monteiro (Brasil, 1899-1970)
acrílica sobre tela, 63 x 53 cm
A Virgem corrigindo o Menino Jesus na frente de três testemunhas, 1926
Max Ernst (Alemanha, 1891- 1976)
óleo sobre tela, 196 x 130 cm
Museu Ludwig, Colônia
Rosas, 1910
Eugênio Latour (Brasil, 1874-1942)
óleo sobre tela, 24 x 33 cm
Jardim Botânico, vista da Estrada Dona Castorina, 1931
Paulo Gagarin (Rússia/Brasil, 1885-1980)
óleo sobre tela, 50 x 62 cm
Judith, 2012
[Mulher lendo livro]
Ralf Heynen (Holanda, 1978)
óleo sobre tela, 60 x 70 cm
Leitura, Karel Simunek (República Checa. 1869-1942) — Selo de livro
“Este era o único aspecto trágico dos livros: eles mudavam as pessoas. Mas não as realmente más. Essas não se tornavam pais melhores, maridos melhores, amigos melhores. Continuavam sendo tiranos, torturavam seus funcionários, filhos e cães, eram odiosos nas pequenas coisas e covardes nas grandes, e se rejubilavam com o constrangimento das vítimas.
— Os livros eram meus amigos — disse Catherine … — Acho que aprendi todos os meus sentimentos com os livros. Neles amei mais, sorri mais e aprendi mais do que em toda a minha vida sem leitura.”
Em: A livraria mágica de Paris, Nina George, Rio de Janeiro, Record: 2016, tradução de Petê Rissatti, página 63.
Natureza morta
Luís Cláudio Morgilli (Brasil, 1955)
óleo sobre tela
Retrato de jovem sentada com livro
Adelaide Cole Chase (EUA, 1868 -1944)
óleo sobre tela, 109 x 85 cm
Menino
Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1923)
óleo sobre madeira
França Júnior
“Eu era pequeno e rechonchudo, como uma bola. O nariz escondia-se-me entre as bochechas e não havia mostrado ainda essa tendência para disparar pela cara, como aconteceu mais tarde. Pediam-me beijos e diziam, segurando-me no queixo: “Que menino bonito!” — Não se riam, a gente daquele tempo não era lá das mais exigentes. O meu ideal, em ser republicano, era o da liberdade sem limites. No dia em que o grito de: férias! ecoava quatro cantos do colégio, uma sensação inexprimível se apoderava de todo o meu ser. Férias! Nessa palavra mágica não se encerrava só a ausência de palmatória e o abandono dos livros, mas principalmente a roça com todos os seus prazeres e encantos. Quinze dias a correr pelos campos, a perseguir como um louco as borboletas azuis, virar cambalhotas na relva, adormecer extenuado à sombra do arvoredo, tudo isto bulia-me por tal forma com o sistema nervoso que eu sentia comichões em todo o corpo e não podia estar cinco minutos sem dizer: “Chi! Que belo! Vamos amanhã! Tomara que fosse hoje já! Trá la´lá, lá li, li!”
[Exemplo de narrativa com retrato]
Em: Flor do Lácio, [antologia] Cleófano Lopes de Oliveira, São Paulo, Saraiva: 1964; 7ª edição. (Explicação de textos e Guia de Composição Literária para uso dos cursos normais e secundário) p. 234.