Praça Buenos Aires, cedinho, 1992
Newton Mesquita, (Brasil, 1949)
acrílica sobre tela, 150 x 200 cm
Marinha com barcos, 1977
Armando Romanelli (1945)
óleo sobre tela, 60 x 60 cm
Paisagem com estradinha em Itatiaia-RJ
José Maria de Almeida (Portugal-Brasil,1906-1995)
óleo sobre tela, 65 x 50 cm
Paisagem com casa, 1993
Mauro Bandeira de Mello (Brasil, 1960)
óleo sobre tela, 46 x 55 cm
Mulher no balcão
Sally Storch (EUA, 1952)
óleo sobre tela
“Há dois tipos de amizade: aquelas nas quais as pessoas estimulam uma à outra e aquelas nas quais as pessoas precisam estar estimuladas para ficar uma com a outra. No primeiro tipo, a pessoa quebra qualquer galho para encontrar a outra; no segundo, precisa procurar um espaço livre na agenda.”
Em: Uma mulher singular: memórias, Vivian Gornick, tradução Heloísa Jahn, São Paulo, Todavia: 2023, p.30
Cesta de flores,1954
Helios Seelinger (Brasil, 1878-1965)
óleo sobre tela, 42 X 42 cm
Flores do Campo
Sayoko [Sayoko kusaba Doki] (Brasil, 1942)
óleo sobre tela, 30 X 40 cm
Garota lendo seu diário, 1976
Fernando Botero (Colômbia, 1932-2023)
óleo sobre tela
Nossa homenagem ao grande pintor colombiano falecido hoje. RIP.
Mulheres canoeiras na Bretanha, 1894
Georges Lacombe (França, 1868-1916)
têmpera sobre tela, 46 x 61 cm
Museu de Belas Artes de Houston, Tx
Georges Lacombe é um dos pós-impressionistas menos conhecidos. Foi aluno de Gauguin e com ele conseguiu liberar as cores utilizando, à maneira do mestre, vermelhos onde ninguém os via, amarelos para reflexos, azul anil fora dos céus e mares. Assim como Gauguin sua paleta abraça com entusiasmo cores primárias ou cores fortes. Alguns de seus contemporâneos, também alunos de Gauguin, formaram um grupo de artistas pós-impressionistas que combinava expressões visuais e sentimentais através de cores e traços. Tomaram para si, e Lacombe é um deles, o nome Nabi, palavra hebraica, significando profeta. Na interpretação do grupo a palavra Nabi demonstrava as preocupações com o espiritual ou místico.
Georges Lacombe foi bastante influenciado pelas xilogravuras japonesas poli-cromadas, muito populares na Europa a partir de meados do século XIX. Aqui, temos a perspectiva ambiental com ponto de vista acima do horizonte; ritmo nos troncos das árvores que se repetem, assim como nas duas bretãs que remam; traçados fortes delimitam as formas e as cores são por elas contidas. Parece, de verdade, uma gravura japonesa.