Em consideração a X
Annika Connor (Geórgia-Suécia, radicada EUA)
óleo sobre tela, 50 x 40 cm
Primeira fila orquestra, 1951
Edward Hopper (EUA, 1882-1965)
óleo sobre tela, 79 x 101 cm
Hirshhorn Museum and Sculpture Garden,
Washington DC
O escritor russo Boris Pasternak, autor do livro Doutor Zhivago, foi o primeiro escritor a recusar o Prêmio Nobel para Literatura. Ele ganhou o prêmio em 1958 por conseguir, em linguagem poética contemporânea, dar continuidade à tradição épica da literatura russa. A princípio, ele aceitou o prêmio, mas, pressionado pelo governo soviético, acabou recusando-o com medo que prendessem a ele e sua família. Foi só trinta e um anos mais tarde, em 1989 que o filho de Pasternak foi à Suécia receber o prêmio por seu pai.
Retrato de uma jovem bretã, 1885
Flavien-Louis Peslin (França, 1847–1905)
óleo sobre tela
Musée des Beaux-Arts de Vannes
A primeira carta, 1890
Angelo Morbelli (Itália, 1853-1919)
óleo sobre tela
Coleção Particular, Milão
Arthur C. Clarke, cujo nome se entrelaça com a ficção científica, quer na literatura quanto no cinema, parecia sempre ter seu dedo no pulso do futuro. Foi grande pioneiro na leitura do futuro cibernético. Mas em 1978, parecia pronto para se aposentar. Estava com sessenta anos e achava que escrever se tornara muito trabalhoso para continuar, no momento em que sua saúde parecia começar a falhar.
Mas, graças à Microsoft acabou voltando a escrever, encantado com o progresso que sua escrita tinha quando usava o programa Wordstar, que havia sido lançado em 1979. De fato, nos meados da década de 1980 Wordstar era o programa padrão para produção de textos. No entanto, Arthur C. Clarke se encantou tanto com essa nova ferramenta da escrita, que reconheceu assistência do programa Wordstar como co-autor de seus romances, e responsável pela renascimento de sua própria criatividade.
Sylvia Plath, mais conhecida como autora do livro de poesias Ariel e de A Redoma de Vidro onde se estabeleceu com cenas quentes, trágicas, explorando a depressão, também é autora de um livro delicioso de poesias para crianças, que compôs para seus próprios filhos: Frieda e Nicholas. O título já explica o que é: O livro da cama. Nele encontramos uma série de poesias gostosas e divertidas, com algum non-sense, sobre diferentes tipos de cama: cama para pescar, cama para gatos, cama de solteiro, e assim por diante. Foi publicado com ilustrações do aclamado artista gráfico Quentin Blake que também foi o ilustrador original dos livros Dr. Seuss.