Imagem de leitura: Catherine Denvir

25 04 2024

Os leitores, 2020

Catherine Denvir (Inglaterra, 1953)

óleo sobre tela, 80 x 80 cm

 





Imagem de leitura: Willard Metcalf

20 04 2024

Verão em Redlyme, 1914

Willard Leroy Metcalf (EUA, 1858-1925)

óleo sobre tela

Florence Grimswold Museum, Old Lyme, CT





Imagem de leitura: Jess Allen

17 04 2024

A passagem do tempo, 2023

Jess Allen (Inglaterra, 1966)

óleo sobre tela, 128 x 148 cm





Imagem de leitura: Adilson Santos

15 04 2024

Mulher Lendo e Natureza Morta,1997

[Série Júlia]

Adilson Santos (Brasil, 1944)

óleo sobre tela, 81X 65 cm

 





Palavras para lembrar: Sacha Guitry

11 04 2024

Leitora

Nicolas Odinet (França, 1953)

óleo sobre tela, 100 x 100 cm

 

 

 

“Há de haver um dia, finalmente, em que eu me decida a ler os livros de há mais de trinta anos, aconselhei meus amigos a ler.”

 

 

Sacha Guitry (1885-1957)





Imagem de leitura: Ladislaus Bakalowicz

11 04 2024

Escolhendo um livro

Ladislaus Bakalowicz (Polônia, 1833-1904)

óleo sobre madeira, 55 x 40 cm





Imagem de leitura: Gwen Meyerson

6 04 2024

Café da manhã na cama

Gwen Meyerson (EUA, contemporânea)





Sublinhando…

1 04 2024

Leitura no sofá, 2019

Alfonso Cuñado (Espanha, 1953)

óleo sobre tela, 50 x 50 cm

 

 

 

“Os livros nascem de um gérmen ínfimo, de um ovinho minúsculo, uma frase, uma imagem, uma intuição; e crescem como zigotos, organicamente, célula a célula, diferenciando-se em tecidos e em estruturas cada vez mais complexas até se transformarem numa criatura completa e geralmente inesperada.”

 

Rosa Montero

 

 

 

Em: A ridícula ideia de nunca mais te ver, Rosa Montero, tradução de Mariana Sanchez, São Paulo,Todavia: 2019.





Saudade, poesia de Januário dos Santos Sabino

28 03 2024

Leitora no jardim, final da década de 1960

Cesare Peruzzi (Itália, 1894-1995)

óleo sobre tela, 33 x42 cm

 

 

Saudade

 

Januário dos Santos Sabino

 

Quando o sol já no poente

Perde o brilho, a cor desmaia

E louca vaga gemente

Se desenrola na praia;

 

Quando alegre o coleirinho,

No galho da pitangueira,

Trina à beira do seu ninho

Doce canção feiticeira;

 

Quando a flor n’haste pendida,

Mais grato perfume exala,

E a natureza sentida

Como que, cantando fala:

 

Eu sinto, minha alma então

Divagar na imensidade

Dos cismares da paixão,

Levada pela saudade;

 

Lembra-me o tempo encantado,

Que eu a teu lado passei…

Ah!… com então enlevado,

No teu amor me inspirei!

 

Minha vida que então era,

Arruinado jardim,

Transformou-se em primavera,

Teve rosas e jasmim;

 

E as ondas procelosas,

Do mar de minha existência,

Se acalmaram bonançosas,

Ao teu sorrir de inocência;

 

Mas agora, — ave sem ninho,

A doudejar no deserto,

Cego em busca do caminho,

Com passo tardio e incerto;

 

Lembrando esse momento,

De tão venturosa idade,

Só encontro um sentimento,

Uma palavra – saudade!

 

Revista O Cysne, ano I, nª 1, 1864

 

Januário dos Santos Sabino (Brasil, 1836?- 1900)





Imagem de leitura: Zhaofeng Ye

27 03 2024

A era do consumo, 2023

Zhaofeng Ye, (China, 1996)

óleo sobre tela, 140 × 170 cm