Cena rural
Nelson Linhares (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 72 x 91 cm
Parque municipal, 2003
Andrea Vasconcellos (Brasil, contemporânea)
acrílica sobre tela, 80 x 120cm
Árvores, 2020
Mário Mendonça (Brasil, 1934)
óleo sobre tela, 90 x 90 cm
Cena rural
Nelson Linhares (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 72 x 91 cm
Parque municipal, 2003
Andrea Vasconcellos (Brasil, contemporânea)
acrílica sobre tela, 80 x 120cm
Árvores, 2020
Mário Mendonça (Brasil, 1934)
óleo sobre tela, 90 x 90 cm
Notícias do mundo, 2021
Andrés Lozano (Espanha, 1992, radicado em Londres)
acrílica e óleo sobre tela, 120 x 120 cm
Flores
Alberto Nicolau (Brasil, 1961)
óleo sobre tela
Vaso com flores
Guita Charifker (Brasil, 1936 – 2017)
serigrafia, 60 x 80 cm
Vaso Mosaico. c. 1925
Nicolo Barovier (Itália, 1895-1947)
vidro fundido, cortado e refundido
Galeria Glass Past, New York.
A família Barovier está entrelaçada com a própria história dos vidros da Ilha de Murano na Itália. Eles estão na produção de vidro de Murano desde 1320, ou seja, desde a Baixa Idade Média. Originalmente conhecidos como Artisti Barovier, hoje sua produção leva o nome de Barovier & Toso.
Nicolo e seu irmão Ercole ambos trabalhando durante o século XX, foram inovadores nesta nova técnica usada para produzir peças de Murano. Eles primeiro fundem diversos tubos de vidro de cores variadas, arrumando-os em desenhos interessantes. Depois, eles fatiam o vido em camadas muito finas e reorganizam a montagem para então fundir por uma segunda vez, o vidro com padrão na forma da peça final de sua intenção.
Essa técnica chamada murrina, aplicada neste vaso acima, leva a assinatura de Nicolo. acredita-se que haja aproximadamente cem obras com esta técnica em existência.
Praça XV, estação das barcas, 1984
Celmo Rodrigues (Brasil, 1930-2000)
óleo sobre tela

Mais um agradecimento pelo ano de 2023. Muitos de meu leitores me mandaram palavras de admiração, incentivo e mimos diversos, mas uma leitora se destacou em 2023. Teresa Queiroz, uma artista, pintora, me comoveu muito, ao me dar de presente uma tela por ela pintada reproduzindo a imagem da capa de meu livro. Eu me emocionei muito com esse generoso presente, que tem tudo a ver com ela e comigo. A mensagem foi clara, ela se emocionou com a poesia, e me mostrou com o que mais lhe toca, como a leitura de meu livro a sensibilizou. Foi uma emoção intensa que senti. Minhas palavras de agradecimento, de todas as maneiras que me expressei, foram poucas, ficando sempre aquém do que realmente senti. Muito obrigada, não parece suficiente. Mesmo assim, obrigada Teresa Queiroz.

É introvertida, sua introspecção é profunda. Ela não se esconde, como dizem, por modéstia. Ela se esconde para poder entender o seu próprio segredo. O seu perfume é uma glória mas que exige da pessoa uma busca: seu perfume diz o que não se pode dizer. Um ramo de violetas equivale a “ama os outros como a ti mesmo”.
Em: De Natura Florum, Clarice Lispector, Ilustrações de Elena Odriozola, editado por Alejandro Schnetzer, São Paulo, Global: 2021.
Moça lendo no escritório
Mary Ferris Kelly (EUA, contemporânea)
óleo sobre tela
Natureza morta, 1977
Paulo Guimarães (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 17 x 23 cm
Composição, 2003
Luís Carlos Ferracioli (Brasil, 1949-2019)
óleo sobre tela, 90 x 130 cm
Museu de Congonhas, 2021
Yasuichi Kojima (Japão-Brasil, 1934)
óleo sobre tela, 80 x 100 cm











