Cidade de Goiás, 1977
Amaury Menezes (Brasil, 1930)
aquarela sobre papel, 34 x 25 cm
Museu de Arte de Goiânia
Cidade de Goiás, 1977
Amaury Menezes (Brasil, 1930)
aquarela sobre papel, 34 x 25 cm
Museu de Arte de Goiânia
Em 1895, H. G. Wells escreveu diversos contos e novelas hoje vistos como os parâmetros da ficção científica. Essas obras não foram bem recebidas pela crítica. Mas, de que entendem os críticos, não é mesmo? Aos poucos suas criações foram adquirindo leitores e mais leitores principalmente pela precisão de algumas das previsões sobre o futuro da humanidade. Ele previu a invenção do ar condicionado, da televisão, da gravação de vídeos, do uso de caminhões de muitas rodas, do aparecimento do avião e também do uso de aviões nas guerras. E, surpreendentemente, H. G Wells previu o início da Segunda Guerra Mundial, assim como a revolução sexual, na segunda metade do século XX.
H. G. Wells se tornou muito popular pela novela Guerra dos Mundos, publicada em 1898 e transmitida pela rádio CBS dos EUA, com a potente voz do ator Orson Welles. Essa narrativa levou pânico a milhares de americanos em 30 de outubro de 1938, pois não se deram conta de estarem ouvindo uma obra de ficção e acreditaram na invasão de marcianos acontecendo naquele momento em que ouviam a rádio.
Mas Herbert George Wells acabou sendo um pacifista lembrado por guerras, foi imortalizado também como o autor das regras dos jogos de guerra de soldados de brinquedo. Ele publicou dois livros um pouco antes da Primeira Guerra Mundial que abordava jogos de guerra entre soldadinhos de brinquedo. Little Wars publicado em 1913 se tornou o primeiro livro de regras para este jogo de mesa. Por essas contribuições à recreação dos jogos com participação de batalhões de soldados de brinquedo, H. G. Wells é reconhecido hoje como “o pai dos jogos de guerra em miniatura”.
Flores, 1983
João Quaglia (Brasil, 1928-2014)
óleo sobre tela, 50 x 61 cm
Vaso com planta e pássaro, 1975
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925- 2019)
nanquim aquarelado sobre papel, 14 x 19 cm
Menina com flores
Alberto Lume (Portugal-Brasil, 1944)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Tristeza, 2008
Dirce Bona (Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela
Menina com cachorro
Newton Rezende (Brasil, 1912-1994)
óleo sobre tela, 55 x 46 cm
Melhores amigos, 2014
Douglas Okada (Brasil, 1984)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm
Menina, 1950
Yoshiya Takaoka, (Japão-Brasil, 1909-1978)
óleo sobre tela, 46 x 38 cm
Menino, 1959
Yolanda Mohalyi (Hungria-Brasil, 1909-1978)
técnica mista sob papel, 30 x 25 cm
Natureza morta com melancia e caqui, 1968
Mário Zanini (Brasil, 1907-1971)
óleo sobre placa de madeira
Sem título, década de 1960
Mira Schendel (Suíça-Brasil, 1919-1988)
têmpera sobre madeira, 65 x 95 cm
Poços de Caldas
Oscar Pereira da Silva (Brasil, 1867-1939)
grafite e aquarela sobre papel, 18 x 24 cm