Em casa: Francis Coates Jones

17 09 2023

O arranjo de flores

Francis Coates Jones (EUA, 1857-1932)

óleo sobre tela





Sublinhando…

16 09 2023

Mulher no balcão

Sally Storch (EUA, 1952)

óleo sobre  tela

 

 

 

Há dois tipos de amizade: aquelas nas quais as pessoas estimulam uma à outra e aquelas nas quais as pessoas precisam estar estimuladas para ficar uma com a outra. No primeiro tipo, a pessoa quebra qualquer galho para encontrar a outra; no segundo, precisa procurar um espaço livre na agenda.”

 

 

 

Em: Uma mulher singular: memórias, Vivian Gornick, tradução Heloísa Jahn, São Paulo, Todavia: 2023, p.30





Flores para um sábado perfeito!

16 09 2023

Cesta de flores,1954

Helios Seelinger (Brasil, 1878-1965)

óleo sobre tela, 42 X 42 cm

 

 

 

Flores do Campo

Sayoko [Sayoko kusaba Doki] (Brasil, 1942)

óleo sobre tela, 30 X 40 cm





Imagem de leitura: Fernando Botero

15 09 2023

Garota lendo seu diário, 1976

Fernando Botero (Colômbia, 1932-2023)

óleo sobre tela

 


Nossa homenagem ao grande pintor colombiano falecido hoje.  RIP.





Rio de Janeiro: entre mar e montanhas

15 09 2023

Off Road

Ricardo Newton (Brasil, 1950)

óleo sobre tela, 30 x 40 cm





Os cafés de Londres

15 09 2023
Gravura de um café em Londres, no século XVIII.

 

 

 

“A conversação na Inglaterra do século XVIII também desfrutou o apoio das novas instituições sociais, como os cafés, as reuniões e os clubes. O primeiro café de Londres abriu suas portas em 1651, e 50 anos mais tarde havia cerca de quinhentos locais semelhantes, onde a leitura dos jornais combinava-se com as discussões ou – se podemos confiar nos relatos do Spectator – com conversações mais dessultórias.

As salas públicas de reuniões difundiam-se nas cidades provincianas inglesas mais ou menos a partir de 1700. Eram, entre outras coisas, ambientes para a conversação educada entre ambos os sexos. As regras de conduta estabelecidas pelo famoso Mestre de Cerimônias Richard Nash, da Casa de Runiões, em Bath, conhecida por ditar novas tendências, incluíam a proibição de blasfêmias.”

 

Em: A Arte da Conversação, Peter Burke, tradução de Álvaro Luiz Hattnher, São Paulo, UNESP:1995, p. 154

 

 

 

 

Richard Nash, conhecido como Beau Nash
(Inglaterra, 1674-1762)




Curso de história da arte…

14 09 2023




Meus favoritos: Georges Lacombe

14 09 2023

Mulheres canoeiras na Bretanha, 1894

Georges Lacombe (França, 1868-1916)

têmpera sobre tela, 46 x 61 cm

Museu de Belas Artes de Houston, Tx

 

 

 

Georges Lacombe é um dos pós-impressionistas menos conhecidos.  Foi aluno de Gauguin e com ele conseguiu liberar as cores utilizando, à maneira do mestre, vermelhos onde ninguém os via, amarelos para reflexos, azul anil fora dos  céus e mares.  Assim como Gauguin sua paleta abraça com entusiasmo cores primárias ou cores fortes.  Alguns de seus contemporâneos, também alunos de Gauguin, formaram um grupo de artistas pós-impressionistas que combinava  expressões visuais e sentimentais através de cores e traços.  Tomaram para si, e Lacombe é um deles, o nome Nabi, palavra hebraica, significando profeta.  Na interpretação do grupo a palavra Nabi demonstrava as preocupações com o espiritual ou místico.

Georges Lacombe foi bastante influenciado pelas xilogravuras japonesas poli-cromadas, muito populares na Europa a partir de meados do século XIX. Aqui, temos a perspectiva ambiental com ponto de vista acima do horizonte; ritmo nos troncos das árvores que se repetem, assim como nas duas bretãs que remam; traçados fortes delimitam as formas e as cores são por elas contidas.  Parece, de verdade, uma gravura japonesa.





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

13 09 2023

Natureza morta, 1994

Irma Koliver (Brasil, 1939)

óleo sobre madeira, 52 x 53cm

 

 

 

 

Pêssegos e uvas

Paulo Tosta (Brasil, 1960)

óleo sobre tela





Começa amanhã!

13 09 2023