Hoje é dia de feira: Frutas e legumes frescos!

16 08 2023

Natureza morta, 1933

Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)

óleo sobre tela

 

 

 

Manga, 1988

Adilson Santos (Brasil, 1944)

óleo sobre tela, 30 x 22 cm





Nossas cidades: Florianópolis

15 08 2023

Ruínas do Forte Jererê, Florianópolis, 1972

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 54 x 81 cm





Curiosidade Literária

14 08 2023
Esperando o trem, ilustração de Thornton Utz, 1955.

 

Ernst Hemingway se transformou ao longo dos anos em ícone da masculinidade.  Desde criança dizia “não ter medo de nada”,  Mais tarde, jovem, fez de tudo para ir à guerra, quando se feriu gravemente.  Bebia muito, praticava o boxe e se dedicava à pescaria.  Acreditava que era necessário sempre manter boa compostura quando encarava o medo.  É surpreendente saber, no entanto, que quando pequeno, sua excêntrica mãe, que muito desejara uma gêmea para a filha mais velha Marceline, o vestia com roupinhas de menina, dando-lhe cortes de cabelo de menina e apresentava Ernst aos vizinhos, como sua filha Ernestina.

 

-.-.-.-.-.-

Duas fontes:

Secret Lives of Great Authors: What Your Teachers Never Told You about Famous Novelists, Poets, and Playwrights, de Robert Schnakenberg, Kindle Edition, 2008

“Hemingway and Masculinity”, Mark M. Dudley e Suzanne del Guizzo, na Hemingway Review

 

 

 





Nova York, texto de Vivian Gornick

14 08 2023

Cena de rua em Nova York, 1990

Matthew Popielarz (EUA, 1926-2012)

óleo sobre tela,  76 x 121 cm

 

 

 

“Estou subindo a Quinta Avenida ao meio-dia diretamente ao encontro da luz solar fria e crua de uma manhã de novembro. Hordas de pessoas vêm na minha direção. Antes essas hordas eram compostas predominantemente de brancos, agora são de negros e outras origens. Antes se vestiam de azul e colarinho branco; agora, de roupas informais. Antes respeitavam a lei, agora não. A língua mudou, mas o espírito se mantém estável. De vez em quando vejo um rosto e um personagem perdido em meio aos jeans e jaquetas de praxe — alguém de rosto estreito e cútis alva vestindo peles lustrosas (Paris, 1938); alguém trigueiro e perigoso falando espanhol da ilha (Cuba, 1952); alguém com olhos de ameixa e além do tempo (Egito, 4000 a.C.) — e sou lembrada da natureza persistente da multidão. Nova York me pertence tanto quanto pertence a todos eles: não mais a mim do que a eles. Estamos todos aqui na Quinta Avenida pela mesma razão e em virtude do mesmo direito. Todos nós percorremos incessantemente as ruas das capitais do mundo: atores, caixeiros, bandidos; dissidentes, fugitivos, clandestinos; gays de Nebrasca, intelectuais poloneses, mulheres à margem do tempo. Metade dessas pessoas vai ser engolida pelo brilho e pelo crime — desaparecendo em Wall Street, escondendo-se no Queens —, mas metade delas será eu: uma caminhante na cidade; aqui para alimentar a torrente incessante de multidão incessante que certamente está ficando impressa na criatividade de alguém.”

 

 

Em: Uma mulher singular, Vivian Gornick, tradução Heloísa Jahn, São Paulo, Editora Todavia: 2023, Edição Kindle.





Passeio de domingo: casa de campo, montanha ou costa?

13 08 2023

Na praia, 2006

Waldomiro de Deus (Brasil, 1944)

acrílica sobre papel, 33 x 50 cm

 

 

 

Estradinha

Willy Zumblick (Brasil, 1913-2008)

óleo sobre tela

A ponte

Luís Cláudio Morgilli (Brasil, 1955)

Óleo sobre tela





Em casa: Rebecca Bird

13 08 2023

Figura ajoelhada, 2017

Rebecca Bird (EUA, contemporânea)

aquarela

 





Flores para um sábado perfeito!

12 08 2023

Mil cores, 2013

Roberto Magalhães (Brasil, 1940)

óleo sobre tela, 70 x 70 cm

 

 

Vaso azul, flores amarelas

Jorge dos Anjos (Brasil, 1957)

serigrafia, 67 x 96 cm





Leitura é mágica…

11 08 2023
Ilustração de David Revoy.




Rio de Janeiro: entre mar e montanhas

11 08 2023

Igreja do S. Sacramento, Rua Bueno Aires – RJ

Gérson de Azeredo Coutinho (Brasil, 1900-1967)

óleo sobre madeira, 17 x 24 cm





Sublinhando…

11 08 2023

Três Músicos,1970

Clovis Graciano (Brasil, 1907-1988)

óleo sobre tela

 

 

 

Enquanto a orquestra fazia a afinação e as luzes eram reduzidas na noite amena, estrelada, eu podia sentir todo aquele público inteligente se inclinando para a frente como um só corpo, ansiando pela música, indo na direção da música, na direção de si mesmos na música: como se o concerto fosse uma extensão a céu aberto do contexto de suas vidas.

 

Em: Uma mulher singular, Vivian Gornick, tradução Heloísa Jahn, São Paulo, Editora Todavia: 2023, Edição Kindle.