Natureza morta, 1933
Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)
óleo sobre tela
Manga, 1988
Adilson Santos (Brasil, 1944)
óleo sobre tela, 30 x 22 cm
Natureza morta, 1933
Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)
óleo sobre tela
Manga, 1988
Adilson Santos (Brasil, 1944)
óleo sobre tela, 30 x 22 cm
Ruínas do Forte Jererê, Florianópolis, 1972
Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)
óleo sobre tela, 54 x 81 cm
Ernst Hemingway se transformou ao longo dos anos em ícone da masculinidade. Desde criança dizia “não ter medo de nada”, Mais tarde, jovem, fez de tudo para ir à guerra, quando se feriu gravemente. Bebia muito, praticava o boxe e se dedicava à pescaria. Acreditava que era necessário sempre manter boa compostura quando encarava o medo. É surpreendente saber, no entanto, que quando pequeno, sua excêntrica mãe, que muito desejara uma gêmea para a filha mais velha Marceline, o vestia com roupinhas de menina, dando-lhe cortes de cabelo de menina e apresentava Ernst aos vizinhos, como sua filha Ernestina.
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Duas fontes:
Secret Lives of Great Authors: What Your Teachers Never Told You about Famous Novelists, Poets, and Playwrights, de Robert Schnakenberg, Kindle Edition, 2008
“Hemingway and Masculinity”, Mark M. Dudley e Suzanne del Guizzo, na Hemingway Review
Cena de rua em Nova York, 1990
Matthew Popielarz (EUA, 1926-2012)
óleo sobre tela, 76 x 121 cm
“Estou subindo a Quinta Avenida ao meio-dia diretamente ao encontro da luz solar fria e crua de uma manhã de novembro. Hordas de pessoas vêm na minha direção. Antes essas hordas eram compostas predominantemente de brancos, agora são de negros e outras origens. Antes se vestiam de azul e colarinho branco; agora, de roupas informais. Antes respeitavam a lei, agora não. A língua mudou, mas o espírito se mantém estável. De vez em quando vejo um rosto e um personagem perdido em meio aos jeans e jaquetas de praxe — alguém de rosto estreito e cútis alva vestindo peles lustrosas (Paris, 1938); alguém trigueiro e perigoso falando espanhol da ilha (Cuba, 1952); alguém com olhos de ameixa e além do tempo (Egito, 4000 a.C.) — e sou lembrada da natureza persistente da multidão. Nova York me pertence tanto quanto pertence a todos eles: não mais a mim do que a eles. Estamos todos aqui na Quinta Avenida pela mesma razão e em virtude do mesmo direito. Todos nós percorremos incessantemente as ruas das capitais do mundo: atores, caixeiros, bandidos; dissidentes, fugitivos, clandestinos; gays de Nebrasca, intelectuais poloneses, mulheres à margem do tempo. Metade dessas pessoas vai ser engolida pelo brilho e pelo crime — desaparecendo em Wall Street, escondendo-se no Queens —, mas metade delas será eu: uma caminhante na cidade; aqui para alimentar a torrente incessante de multidão incessante que certamente está ficando impressa na criatividade de alguém.”
Em: Uma mulher singular, Vivian Gornick, tradução Heloísa Jahn, São Paulo, Editora Todavia: 2023, Edição Kindle.
Na praia, 2006
Waldomiro de Deus (Brasil, 1944)
acrílica sobre papel, 33 x 50 cm
Estradinha
Willy Zumblick (Brasil, 1913-2008)
óleo sobre tela
A ponte
Luís Cláudio Morgilli (Brasil, 1955)
Óleo sobre tela
Mil cores, 2013
Roberto Magalhães (Brasil, 1940)
óleo sobre tela, 70 x 70 cm
Vaso azul, flores amarelas
Jorge dos Anjos (Brasil, 1957)
serigrafia, 67 x 96 cm
Igreja do S. Sacramento, Rua Bueno Aires – RJ
Gérson de Azeredo Coutinho (Brasil, 1900-1967)
óleo sobre madeira, 17 x 24 cm
Três Músicos,1970
Clovis Graciano (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela
“Enquanto a orquestra fazia a afinação e as luzes eram reduzidas na noite amena, estrelada, eu podia sentir todo aquele público inteligente se inclinando para a frente como um só corpo, ansiando pela música, indo na direção da música, na direção de si mesmos na música: como se o concerto fosse uma extensão a céu aberto do contexto de suas vidas.“
Em: Uma mulher singular, Vivian Gornick, tradução Heloísa Jahn, São Paulo, Editora Todavia: 2023, Edição Kindle.