Em casa: Joseph Caraud

8 01 2023

Vitória, 1896

Joseph Caraud (França, 1821-1905)

óleo sobre tela , 60 x 45 cm





Passeio de domingo: casa de campo, montanha, ou costa?

8 01 2023

Manhã de Sol em São Paulo, 1925

Henrique Manzo (Brasil, 1896-1982)

óleo sobre tela, 67x 89 cm

 

 

Tempos de primavera II, 2005

Fernando Leitão (Brasil, 1945)

acrílica sobre tela, 70×90 cm

 

 

Praia com flamboyant

Francisco Acquarone (Brasil, 1898-1954)

óleo sobre tela, 38 x 46 cm





Flores para um sábado perfeito!

7 01 2023

A esperança

Ana Goldberger (Brasil, 1947-2019)

acrílica sobre tela – 30×40 cm

 

 

 

Vaso de flores

Edgar Oehlmeyer (Brasil, 1909-1967)

óleo sobre eucatex, 70 x 50 cm





Rio de Janeiro: entre mar e montanhas

6 01 2023

Canal da Barra ao Fundo Pedra da Gávea

Orlando Brito ( Brasil, 1920-1981)

óleo sobre tela, 42 x 34 cm





No trabalho: William Henry Margetson

6 01 2023

A lavadeira, 1915

William Henry Margetson (Inglaterra, 1861-1940)

aquarela sobre papel

Coleção Particular





Esse punhado de ossos, poesia de Ivan Junqueira

5 01 2023

De longe, próximo, 1937

[From the Faraway, Nearby]

Georgia O’ Keefe (EUA, 1887-1986)

óleo sobre tela, 91 x 101 cm

Metropolitan Museum

Esse punhado  de ossos

 

Ivan Junqueira

 

Esse punhado de ossos que, na areia,

alveja e estala à luz do sol a pino

moveu-se outrora,  esguio e bailarino,

como se move o sangue numa veia.

Moveu-se em vão, talvez, porque o destino

lhe foi hostil e, astuto, em sua teia

bebeu-lhe o vinho e devorou-lhe à ceia

o que havia de raro e de mais fino.

Foram damas tais ossos, foram reis,

e príncipes e bispos e donzelas,

mas todos a morte apenas fez

a tábua rasa do asco e das mazelas.

E ali, na areia anônima, eles moram.

Ninguém os escuta. Os ossos não choram.

 

Em: O Tempo além do Tempo, Ivan Junqueira, organização e prefácio de Arnaldo Saraiva, Editora Quasi, Vila Nova do Farmalicão: 2007, p, 108





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

4 01 2023

Maçãs e uvas

Domingos Gemelli (Brasil, 1903-1985)

óleo sobre tela, 35 x 55 cm

 

 

Maçãs, 2005

Alex Melo (Brasil, 1975)

Óleo sobre tela, 70 x 90 cm





Nossas cidades: Campos do Jordão

3 01 2023

Campos do Jordão,1943

Francisco Rebolo (Brasil, 1902 – 1980)

óleo sobre cartão, 34 x 26 cm





Aventura de Natal, na corte de Henrique VIII

2 01 2023

Corte de Henrique VIII, com Jane Seymour e Príncipe Edward, 1545

DETALHE  (veja o painel completo abaixo)

Hampton Court Palace, Londres

 

 

Em 1536 quando o rio Tâmisa congelou, em Londres, Henrique VIII e Jane Seymour, terceira esposa do monarca,  saíram dos serviços religiosos na Catedral de Saint Paul, e se dedicaram a uma cavalgada pelo rio congelado, galopando até a margem em Surrey, para o Palácio Greenwich, onde as grandes festividades natalinas aconteciam.

As comemorações de Natal até recentemente na Europa se realizavam por doze dias, do dia 25 de dezembro ao dia de Reis, ou Epifania. [Há mais informações neste blog: Hoje, dia de Reis.].  Portanto é interessante saber que as festas dos doze dias de Natal tinham características grandiosas.  Havia um bolo feito com frutas secas, farinha, mel e especiarias.  Nos Estados Unidos esse bolo, ainda faz parte do Natal, com o  nome de fruit cake. Dentro deste bolo  eram colocados um feijão e uma ervilha.  Ao fatiar o bolo, servido aos visitantes na hora da chegada saberia-se quem seriam os respectivos “Reis do Feijão e da Ervilha”, por aquela noite. Estes ficavam com a incumbência de liderar todos os convidados a cantar, dançar e fazer brincadeiras que incluíssem os presentes.  Na corte de Henrique VIII estes reis da noite eram selecionados a priori.

Nas casas das grandes famílias da corte no período Tudor, os 12 dias de Natal incluíam  festejos, banquetes, procissões e brincadeiras presididas por uma pessoa chamada Senhor do Desgoverno [Lord of Misrule]. Estas festas eram às vezes também visitadas por outros personagens natalinos: Capitão Natal ou Príncipe Natal, cujo papel era se certificar que todos os participantes se divertissem. Um dos personagens favoritos nas peças encenadas no período Tudor chamava-se Pai Natal [Father Christmas].  Vestido de verde e usando máscara e peruca, ele passeava por entre os convidados gritando furiosamente, empunhando um grande cajado.

 

 

A família de Henrique VIII, 1545

Hampton Court Palace, Londres





Reflexão de Ano Novo

1 01 2023

Noite calma

Cao Quantang ( Huxian, China, 1957)

aquarela, tinta,  guache,  sobre papel  de arroz, 54 x 39 cm

 

 

“E amanhã não seremos o que fomos / nem o que somos.”

 

Ovídio, Metamorfose, XV: 215-6