Nossas cidades: Paraty

22 11 2022

Paraty, 1981

Hélio Becherini (Brasil, 1921-1990)

óleo sobre tela,  33 x 46 cm





Trova do Natal

21 11 2022

Cigarras e passarinhos,

no presépio das florestas,

entoam dentro dos ninhos:

“Feliz Natal! Boas Festas!”

(José Corrêa Villela)





Curiosidade literária

21 11 2022

Orvalho da manhã

Henry Lee Battle (EUA, contemporâneo)

O escritor americano Nathaniel Hawthorne (1804-1864),  autor de A Letra Escarlate, fundou uma comunidade Transcendental, próxima à cidade de Boston em 1841.  Mas não esperava que fosse tão difícil a vida diária plantando e trabalhando o solo.  Em meses, Hawthorne deixou o local.  Achou muito difícil escrever com todas as bolhas que cresceram em suas mãos resultado de trabalhos como cortar feno, limpar excrementos das baias dos cavalos.   Mas, por outro lado, aproveitou sua experiência para escrever sua terceira grande obra: The Blithedale Romance, onde conta a aventura e o que aprendeu com essa experiência.





Domingo, um passeio no campo!

20 11 2022

Paisagem, 1965

Aldo Bonadei (Brasil, 1906 -1974)

Óleo sobre papel, 18 x 15 cm





Em casa: Stuart Pearson Wright

20 11 2022

Meio menino, meia irmã, 2018

Stuart Pearson Wright (Inglaterra, 1975)

técnica mista sobre tela, 100 x 120 cm





Flores para um sábado perfeito!

19 11 2022

Flores

Yvonne Visconti Cavalleiro (Brasil, 1901-1965)

óleo sobre tela, 43 x 65 cm





Imagem de leitura: Will Barnett

19 11 2022

Introspecção, 1972

Will Barnett (EUA, 1911-2012)

Silkscreen





Rio de Janeiro, RJ, Brasil

18 11 2022

Praia de Copacabana

Tadashi Kaminagai (Japão, 1899-França, 1982)

óleo sobre madeira, 38 x 46 cm





Meus favoritos: Grã-Duquesa Olga

17 11 2022

Cinerárias no peitoril da janela

Grã-Duquesa Olga (Rússia, 1882-1960)

óleo sobre tela, 33 x 41 cm

Que serenidade que esta cena me traz! Sim, eu gostaria de me sentar nesta confortável poltrona, manta no colo, livro absorvente nas mãos, tomando café (o bule é de café, os de chá são baixinhos e gordinhos), protegida do frio lá fora.  A primavera se aproxima lentamente. Mas há esperança de que esteja para chegar.  Há flores nos potes que alegram o peitoril.  O sol se faz presente, réstia clara que traz um tantinho de sombra à janela. Está alto.  Trata-se portanto de meia manhã ou cedo na tarde.  Os dias são curtos no inverno. Faz frio.  Neve congelada cobre os galhos da árvore sem folhas. Mas não há pequenos brotos de folhas nos galhos, portanto a Natureza ainda dorme neste frio de inverno.  No entanto, o pombo branco se aventura fora do ninho, na construção ao lado.  Será uma casa?  Ou um celeiro?  Estamos numa região onde o frio impera.  Há duplas vidraças na janela, para conter as rajadas de vento e as temperaturas baixas.  Ainda bem que estamos aqui dentro.  Confortáveis.  O luxo não é extravagante, comedido.  Ele se caracteriza pelo belo estofamento desta bergère, (nome dado as essas poltronas ‘com orelhas’ que guardam o rosto, de quem se senta nelas, da brisa fria ou do calor de uma lareira).  Além disso, há o serviço de café sobre a mesa.  De prata?  De banho de prata?  Ou de estanho polido?  Não importa. O cabo de madeira, assim como a carrapeta da tampa,  protegem quem serve o café do calor do líquido.  O cabo em forma decorativa nos dá ideia da época de manufatura, final do século XIX  às primeiras décadas do século XX. Todos esses são diferentes graus de luxo. A cena é europeia.  Afinal de contas onde mais encontraríamos uma cumbuca sem asa para tomar chá ou café?  Esse detalhe nos coloca na Europa Oriental: Rússia, Polônia, Ucrânia.  Não sabemos. A porcelana é fina, azul e branca, talvez alemã, (Meissen?) ou húngara?  Polonesa?   Sabemos que é de boa qualidade porque é muito fina, quase transparente nas bordas e tem excelente brilho.  Mas o que mais me encanta é a paz que esta cena me traz. A quietude  do momento. Quase escuto o arrulho do pombinho lá fora.





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

16 11 2022

Frutas III, 1998

Antônio Henrique Amaral (Brasil, 1935-2015)

óleo sobre tela, 75×120 cm