Vento do mar, 1947
Andrew Wyeth (EUA, 1917 -2009)
têmpera sobre placa, 47 x 70 cm
National Gallery, Washington DC
Vento do mar, 1947
Andrew Wyeth (EUA, 1917 -2009)
têmpera sobre placa, 47 x 70 cm
National Gallery, Washington DC
Compoteira do serviço de sobremesa do Duque d’Orléans, 1842
Fundição: Jean-François Denière, com ateliê em Paris
Projeto: Jean-Baptiste-Jules Klagmann , autor do modelo e escultor
Altura: 32,3 cm Diâmetro: 28,7 cm
Cristal gravado e dourado, apoiado por bronze dourado, sobreposição de prata e incrustação de pedras preciosas (cornalinas, chrisoprase, ametistas, granadas, ágatas e turquesas)
Serviço encomendado pelo Duque d’Orléans em 1840 e entregue em 1842. Na Exposição de objetos da indústria de 1844, Jean-François Denière apresentou uma dezena de peças deste serviço que foram entregues à duquesa d’Orléans. O serviço foi colocado à venda em 1853.
©PhotoLes Arts Décoratifs, Paris/Jean Tholance.
Pedra da Gávea ao fundo com a subida da Avenida Niemeyer à direita, 1944
Araújo Lima ( Brasil, 1863-1958)
óleo sobre tela, 42 x 31 cm
Lendo, 2011
Paul Kelley (Canadá, 1955)
óleo sobre madeira, 24 x 40 cm
Clément Marot
Bananas e Metal,1900
Pedro Alexandrino (Brasil, 1856 – 1942)
óleo sobre tela, 98×130 cm
PINA [Pinacoteca do Estado de São Paulo]
Borboleta preta
Hashir Khan (Paquistão, contemporâneo)
pastel sobre tela, 60 x 40 cm
Saatchi
“No dia seguinte, como eu estava preparado para descer, entrou no meu quarto uma borboleta… Depois de esvoaçar muito em torno de mim, pousou-me na testa. Sacudi-a, ela foi pousar na vidraça; e porque eu a sacudi de novo, saiu dali e veio parar em cima de um velho retrato de meu pai. O gesto brando com que, uma vez posta, começou a mover as asas, tinha um certo ar de escarninho, que me aborreceu muito, Dei de ombros, saí do quarto; mas tornando lá, minutos depois, e achando-a ainda no mesmo lugar, senti um repelão dos nervos, lancei mão de uma toalha, bati-lhe e ela caiu. Não caiu morta; ainda torcia o corpo e movia as farpinhas da cabeça. Apiedei-me; tomei-a na palma da mão e fui depô-la no peitoril da janela. Era tarde; a infeliz expirou dentro de alguns segundos. Fiquei um pouco aborrecido. — “Também por que diabo não era ela azul?” disse comigo. E esta reflexão, — uma das mais profundas que se tem feito, desde a invenção das borboletas, — me consolou do malefício, e me reconciliou comigo mesmo.”
[Exemplo de narrativa simples]
Sala em Shinnecock,1892
William Merritt Chase (EUA, 1849–1916)
Pastel sobre tela
Terra Foundation for American Art, Daniel J. Terra Collection, Chicago