Em casa: Andrew Wyeth

18 04 2021

Vento do mar, 1947

Andrew Wyeth (EUA, 1917 -2009)

têmpera sobre placa, 47 x 70 cm

National Gallery, Washington DC





Esmerado: Compoteira ducal

17 04 2021

Compoteira do serviço de sobremesa do Duque d’Orléans, 1842

Fundição: Jean-François Denière, com ateliê em Paris

Projeto: Jean-Baptiste-Jules Klagmann , autor do modelo e escultor

Altura: 32,3 cm Diâmetro: 28,7 cm

Cristal gravado e dourado, apoiado por bronze dourado, sobreposição de prata e incrustação de pedras preciosas (cornalinas, chrisoprase, ametistas, granadas, ágatas e turquesas)

 

Serviço encomendado pelo Duque d’Orléans em 1840 e entregue em 1842. Na Exposição de objetos da indústria de 1844, Jean-François Denière apresentou uma dezena de peças deste serviço que foram entregues à duquesa d’Orléans. O serviço foi colocado à venda em 1853.

 

©PhotoLes Arts Décoratifs, Paris/Jean Tholance.





Flores para um sábado perfeito!

17 04 2021

Vaso com flores, 1984

Alfredo Volpi (Itália-Brasil, 1896-1988)

Óleo sobre tela, 35 x 45 cm





Rio de Janeio, uma joia tropical

16 04 2021

Pedra da Gávea ao fundo com a subida da Avenida Niemeyer à direita, 1944

Araújo Lima ( Brasil, 1863-1958)

óleo sobre tela, 42  x 31 cm





Palavras para lembrar: Clément Marot

15 04 2021

Lendo, 2011

Paul Kelley (Canadá, 1955)

óleo sobre madeira, 24 x 40 cm

www.paulkelley.ca

 

“Um homem não pode bem escrever se não gostar um pouco de ler.”

 

Clément Marot





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

14 04 2021

Bananas e Metal,1900

Pedro Alexandrino (Brasil, 1856 – 1942)

óleo sobre tela, 98×130 cm

PINA [Pinacoteca do Estado de São Paulo]





Nossas cidades: São Paulo

13 04 2021

Parque do Ibirapuera,1991

Mary Yamanaka (Brasil, contemporânea)

óleo sobre tela, 33 x 46cm





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

13 04 2021
Ilustração de Horatio Henry Couldery.

 

 

A bom gato, bom rato.





A borboleta preta, texto de Machado de Assis

12 04 2021

Borboleta preta

Hashir Khan (Paquistão, contemporâneo)

pastel sobre tela, 60 x 40 cm

Saatchi

 

 

“No dia seguinte, como eu estava preparado para descer, entrou no meu quarto uma borboleta… Depois de esvoaçar muito em torno de mim, pousou-me na testa. Sacudi-a, ela foi pousar na vidraça; e porque eu a sacudi de novo, saiu dali e veio parar em cima de um velho retrato de meu pai. O gesto brando com que, uma vez posta, começou a mover as asas, tinha um certo ar de escarninho, que me aborreceu muito, Dei de ombros, saí do quarto; mas tornando lá, minutos depois, e achando-a ainda no mesmo lugar, senti um repelão dos nervos, lancei mão de uma toalha, bati-lhe e ela caiu. Não caiu morta; ainda torcia o corpo e movia as farpinhas da cabeça. Apiedei-me; tomei-a na palma da mão e fui depô-la no peitoril da janela. Era tarde; a infeliz expirou dentro de alguns segundos. Fiquei um pouco aborrecido. — “Também por que diabo não era ela azul?” disse comigo.  E esta reflexão, — uma das mais profundas que se tem feito, desde a invenção das borboletas, — me consolou do malefício, e me reconciliou comigo mesmo.”

 

[Exemplo de narrativa simples]

 

Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas, Cap. XXXI – A Borboleta Preta
 
 
 
Em: Flor do Lácio, [antologia]  Cleófano Lopes de Oliveira, São Paulo, Saraiva: 1964; 7ª edição. (Explicação de textos e Guia de Composição Literária para uso dos cursos normais e secundário) p. 184.





Em casa: William Merritt Chase

11 04 2021

Sala em Shinnecock,1892

William Merritt Chase (EUA, 1849–1916)

Pastel sobre tela

Terra Foundation for American Art, Daniel J. Terra Collection, Chicago