Irmão Metralha lê jornal, ©Walt Disney.
Os honestos são tão poucos
e os desonestos são tantos,
que aqueles parecem loucos
e os ladrões se julgam santos.
(Othon Costa)
Irmão Metralha lê jornal, ©Walt Disney.
Os honestos são tão poucos
e os desonestos são tantos,
que aqueles parecem loucos
e os ladrões se julgam santos.
(Othon Costa)
Acácia amarela, Rua Visconde de Pirajá, Ipanema, Rio de Janeiro.
Acácia amarela não é natural do Brasil, apesar de aparecer com seus espetaculares cachos de flores amarelas em grande parte das cidades do país. Natural da Índia ela encontra clima e condições semelhantes em diversas partes do território nacional. Também chamada de chuva de ouro, ou cássia-imperial, é árvore que atinge de 6 a 8 metros, desabrochando com flores em cachos de setembro a fevereiro, numa espetacular exuberância de amarelo. Flores perfumadas, em cachos pendentes de quase meio metro de comprimento. Gosta de sol, exige pouca água e prefere solo rico em matéria orgânica, mas não é fácil de transplantar. Portanto, escolha um lugar e não pense em mudá-la dali. A melhor época para o plantio é na primavera, quando o clima está mais ameno e acácia-amarela corre menos risco de desidratação. Em jardins é usada como planta isolada em meio à gramados; também em praças e calçadas pois não apresenta raízes agressivas. Clima tropical, subtropical. A temperatura ideal para ela está entre 18-25 graus centígrados. Não tolera o frio.
Natureza Morta, 1953
Angelo Simeone, (Itália-Brasil, 1899-1963)
óleo sobre tela, 50 x 65 cm
UFRGS
James Baldwin, 1965
Beauford Delaney (EUA, 1901 – 1979)
óleo sobre tela
Chrysler Museum of Art
Moça na cerca, Fran Weston Benson
Ilustração de Milo Winter para as Fábulas de Esopo, 1919.
Olegário Mariano
As formigas levavam-na… Chovia…
Era o fim… Triste outono fumarento!..
Perto, uma fonte, em suave movimento,
cantigas de água trêmula carpia.
Quando eu a conheci, ela trazia
na voz um triste e doloroso acento.
Era a cigarra de maior talento,
mais cantadeira desta freguesia.
Passa o cortejo entre árvores amigas…
Que tristeza nas folhas… Que tristeza!
Que alegria nos olhos das formigas!…
Pobre cigarra! Quando te levavam,
enquanto te chorava a Natureza,
tuas irmãs e tua mãe cantavam. . .
À luz de vela, 1993
Alexey Shalaev (Rússia, 1966)
Óleo sobre tela
Vacas no pasto
Sérgio Migliaccio (Brasil, 1936 – 2015)
óleo sobre madeira, 50 x 62 cm
Arte de Francesca Colussi Cramer.
A artista Francesca Colussi Cramer que trabalha na Grã-Bretanha levou adiante a antiga técnica de bordados em cartões postais, conhecida por mostrar trajes típicos de regiões europeias ou mesmo mensagens, como vemos nos exemplos abaixo.
Cartões postais de traje típicos de regiões diversas de Portugal.
Cartão postal com bordado e mensagem
Nas obras de Fracesca Cramer temos postais ou fotografias antigas com inesperadas, belas e cuidadosas intervenções, em bordado, que dão caráter distinto ao material escolhido.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Marjorie, August 1957, Francesca Cramer.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Por vezes engraçadas, outra hora parte de um questionamento, não importa o enfoque, somos obrigados a reconsiderar o que vemos a imaginar o bloqueado, ou prestar atenção ao que, de fato, sobrou da imagem inicial.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Extravagante nas suas escolhas, singular no acabamento de seus pontos de cruz, Francesca Cramer é autora de obra mirabolante, volátil e pitoresca. Dá valor ao que esquecemos e questiona o que vê. Vale a pena observar seu trabalho.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
O que se faz com todo esse futuro? Arte de Francesca Cramer.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Arte de Francesca Colussi Cramer.
Vaso de flor, 2007
Fátima Pena (Brasil, 1947)
óleo sobre tela, 90 x 150 cm