Menina com seu livro, 1885
Jules Emile Saintin (França, 1829-1894)
Pastel, 40 x 31 cm
Menina com seu livro, 1885
Jules Emile Saintin (França, 1829-1894)
Pastel, 40 x 31 cm
Hilary lendo com Cyrus
Arne Westerman (EUA, contemporâneo)
acrílica sobre tela
“Especialmente quando se é jovem, deve-se ler o maior número possível de livros. Os excelentes, os não tão excelentes e até aqueles insignificantes, que não têm (nenhum) problema. O importante é ler tudo o que estiver ao alcance. Fazer passar pelo corpo o máximo de narrativas possíveis. Encontrar textos maravilhosos e outros de menor qualidade. Passar por essas experiências é o mais importante. Corresponde a criar a bagagem indispensável para um romancista. Recomendo focar nessa etapa enquanto ainda se tem uma visão boa e tempo de sobra. Escrever também deve ser importante, mas tenho a impressão de que deve ser deixado para mais tarde, que não vai haver nenhum problema.
Em seguida — provavelmente antes de começar a escrever de fato — acho que é importante adquirir o hábito de observar detalhadamente os acontecimentos e fenômenos à sua frente. Olhar com cuidado e atenção as pessoas, enfim, tudo à volta. E refletir sobre tudo. Falei “refletir”, mas não há necessidade de julgar as coisas, avaliar se estão corretas ou não. As conclusões devem ser deixadas pendentes, e adiadas pelo maior tempo possível. O importante não é chegar a uma conclusão, mas manter na mente a imagem nítida das coisas do jeito que são, da forma mais próxima possível da realidade, para que sirvam de material.”
Em: Romancista como vocação, Haruki Murakami, tradução: Eunice Suenaga, Alfaguara: 2017, p.64.
Ilustração, Georges Barbier.
Alonso Alvarez
Ilustração de Catherine Suchoka.
Provérbio afegão
Ilustração de Miki Ferro Pellizzari.
Aníbal Beça

Germaine Beaumont
Comemoração, ilustração de John Falter, 1942.
Provérbio sérvio
Ilustração de Lisi Martin.
Johann Friedrich Von Schiller
Maria Antonieta tocando harpa, 1777, por Jean-Baptiste-André Gautier d’Agoty.
Alexandre Dumas

Provérbio francês
